segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Primeira Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais

Está sendo iniciada hoje, 09/09/2013.

A Primeira Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais tem como objetivo difundir os avanços do conhecimento científico sobre a variabilidade climática nacional e global resultantes de estudos recentes de observação e de modelagem climática.
 
Nessa Conferência, ocorrerá o lançamento oficial do Sumário Executivo do GT1 - Base científica das mudanças climáticas, do Primeiro Relatório de Avaliação Nacional sobre Mudanças Climáticas do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC).
 
O evento será promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), a Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede CLIMA) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC).
 
A Conferência reunirá a comunidade científica, lideranças públicas, meios de comunicação e público em geral.
 
Data: 09 a 13 de setembro de 2013
Local: Espaço APAS Centro de Convenções
Rua Pio XI, n° 1200
Alto da Lapa - São Paulo - SP

Informações: http://www.fapesp.br/conclima/sobre

Andrea Santos
Secretária Executiva/Executive Secretary
Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas/ Brazilian Panel on Climate Change

UFRRJ desenvolve metodologia de monitoramento do Bolsa Verde

MMA poderá avaliar erros e acertos por meio de análise comparativa

SOPHIA GEBRIM

Pesquisadores e docentes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) estão desenvolvendo pesquisa de monitoramento da conservação ambiental nas áreas de abrangência do Programa Bolsa Verde. O estudo, apresentado na manhã desta quinta-feira (05/09), pelo doutor em Gestão Ambiental da UFRRJ Bruno Coutinho, durante o Seminário do Programa Bolsa Verde: Capacitação para a Conservação Ambiental, em Brasília, será utilizado pelo Ministério do Meio Ambiente para avaliação e acompanhamento do programa. O Bolsa Verde já beneficiou 43 mil famílias em todo o país, com remuneração de R$ 300, pago a cada três meses, a famílias que vivem em áreas de conservação ambiental.

Segundo Coutinho, a pesquisa foi desenvolvida em quatro produtos: versão preliminar da metodologia de monitoramento amostral do Bolsa Verde a partir de diagnóstico da linha de base; documento com a proposta metodológica e técnica para o trabalho de campo; relatório do trabalho de campo com os resultados obtidos e analisando a necessidade de adequação ou de confirmação da metodologia do trabalho de campo e proposta final da metodologia e manual de implementação do monitoramento amostral do programa. O período analisado foi junho de 2012 a junho de 2013, em 686 unidades de conservação abrangidas pelo programa, onde foram utilizados os critérios de número de famílias, área e densidade de famílias por área.

“O objetivo da pesquisa é permitir uma visão do conjunto para que possam ser melhor identificadas lacunas no instrumento de coleta de dados em campo em função de análises comparativas, que futuramente serão utilizadas pelo Ministério do Meio Ambiente para esse monitoramento”, explicou Coutinho. Ele detalhou, ainda, que para a análise dos beneficiários do Programa Bolsa Verde, serão identificadas as famílias, estrutura etária, frequência escolar e migração, trabalho e renda, infraestrutura de produção e organização social, conservação ambiental e opinião das famílias. “De maneira geral, já verificamos que os indicadores estão adequados e os resultados preliminares indicam demanda por investimentos em equipamentos e capacitação técnica para as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Verde nas áreas amostradas”, acre scentou.

AVALIAÇÃO

A gerente do Programa Bolsa Verde da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Andrea Oncala, avalia que, a partir da pesquisa desenvolvida pelo grupo de docentes da UFRJ, será possível fazer uma análise e sistematização das iniciativas desenvolvidas nas comunidades beneficiadas pelo programa, assim como melhorias e o que precisa ser modificado para a melhor gestão. “Dessa forma, saberemos o que precisará ser aprimorado na administração e gestão dessas unidades, além da capacidade econômica e de preservação ambiental das comunidades e estabelecimentos familiares com sustentabilidade ecológica”, explicou.

Fonte: Portal do MMA

Poluição e urbanização fazem incidência de raios aumentar em São Paulo


O número de tempestades com raios na cidade de São Paulo é hoje maior do que no século 19, e um novo estudo aponta quais são os principais componentes da urbanização culpados pelo fenômeno: a poluição e o asfalto.
A conclusão saiu de uma série de estudos liderados pelo geofísico Osmar Pinto Jr., do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que apresenta alguns resultados amanhã (10) num congresso científico em São Paulo.
Segundo o cientista, o primeiro fator a contribuir para a alta incidência de raios na cidade é a substituição de cobertura vegetal por asfalto e concreto, que cria uma "ilha de calor" no perímetro urbano, tornando a cidade de 3°C a 5°C mais quente.
"O ar quente é mais leve, e quando uma frente fria ou uma instabilidade chegam, elas o jogam para cima", explica Pinto. "Toda nuvem se forma a partir disso. O ar úmido jogado para cima chega a altitudes maiores, onde é mais frio, e a umidade se transforma em gotículas de água, formando nuvens."
Número de tempestades com raios em São Paulo aumentou 40% em 126 anos
Já a poluição alimenta o problema porque partículas de fuligem e subprodutos da queima de combustíveis servem como "núcleos de condensação" -pontos a partir dos quais as moléculas se agregam e formam gotículas.

Editoria de Arte/Folhapress
O trabalho de levantar dados para comprovar essa tese, porém, não foi nada fácil. Os princípios físicos descritos no estudo já estavam bem estabelecidos em 2003, quando Pinto, líder do Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe), tentou reunir os primeiros indícios de que a incidência de raios estava sendo afetada por urbanização e por poluição. Os números obtidos para o clima do município, porém, não tinham poder estatístico para confirmar a teoria.
"Dez anos atrás a gente não ainda não tinha uma ideia de como quantificar esses mecanismos", conta Pinto. "Poderia ser que tivessem uma influência de 1% na incidência de tempestades, mas poderia ser que ele influenciasse 99% do processo. Nós não sabíamos se esses mecanismos eram desprezíveis."
O grupo de cientistas desconfiava, porém, que a área do município de São Paulo era pequena demais para ser estudada como um sistema fechado. Após incluir dados climáticos de Campinas e do Vale do Paraíba no estudo, tudo começou a fazer mais sentido. A urbanização e a poluição afetavam a incidência de raios em cidades satélites também, porque, as nuvens formadas sobre São Paulo se deslocavam.
Comparando dados de dias úteis com os de fim de semana (com menos carros emitindo poluição), a influência da concentração de particulados no ar ficou muito mais evidente. Pinto apresenta seus resultados novos nesta semana na Conclima, conferência nacional sobre mudanças climáticas, em São Paulo.
O trabalho do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe é tema também de um documentário que estreia em 11 de outubro. O filme "Fragmentos de Paixão", dirigido pela jornalista Iara Cardoso, fala sobre pesquisas na área a partir da perspectiva de vítimas de raios no país.

RAFAEL GARCIA
DE SÃO PAULO, para FOLHA DE SÃO PAULO.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Mestrado e Doutorado na FURG: Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Física, Quimica e Geológica

O Programa de Pós-Graduação em Oceanografia Física, Quimica e
Geológica (PPGOFQG) do Instituto de Oceanografia da Universidade
Federal do Rio Grande-FURG (Mestrado / Doutorado), Rio Grande-RS, abre
inscrições para o processo seletivo Nº 002/PPGOFQG/2013 –
Extraordinário.

As inscrições estão abertas até 25/09/2013 (data de envio),
exclusivamente através do site http://www.siposg.furg.br .


Noticia completa em:
http://www.oceanfisquigeo.furg.br/index.php/component/content/article/1-noticias/297-edital-extra-2013-noticia.html

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Laboratório de Estudos dos Oceanos e Clima
Instituto de Oceanografia - FURG
Av. Itália Km 08, Rio Grande (RS),  96203-900 BRASIL
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terça-feira, 3 de setembro de 2013

MINI-CURSO: “Morfodinâmica e Proteção de Praias Arenosas”


Prof. Antonio Klein (UFSC).

DATA: 09 a 11 de Setembro 2013.

HORA: 8:30 a 11:30

LOCAL:  Auditório do Lab. de Geologia do Petróleo.

OBSERVAÇÃO: É necessário trazer 2 esquadros e 1 transferidor para os exercícios práticos.

INSCRIÇÕES:
Enviar o nome completo e telefone para o email ppgcc@ccet.ufrn.br

Vagas limitadas !!

PROGRAMAÇÃO:

Parte teórica: Introdução à evolução e morfodinâmica de praias arenosas. Apresentação do modelo de Perfil de Equilíbrio de Dean e do modelo em Planta de Hsu para praias de enseada.

 Parte prática: Observação das diferentes feições morfológicas indicativas de processos erosivos.  Exercícios e discussão das diferentes técnicas e obras de engenharia possíveis para solução de problemas costeiros.

09/09/2013: Regra de Bruun e Perfil de Equilíbrio de Dean (com exercício).

10/09/2013: Forma em Planta Modelo de Hsu  (com exercício)

11/09/2013: Projeto de Alimentação Modelo da Holanda (Verhagen). (com exercício).





segunda-feira, 2 de setembro de 2013

UFRN: Ciclo de Seminário de Ciências Climáticas

ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO NO MUNICÍPIO DE SOURE - PA

ELIANE BARBOSA SANTOS
 
Programa de Pós Graduação em Ciências Climáticas.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN


04/09/2013 às 16h00 no Auditório do CCET - UFRN

Resumo: Estudos climáticos da ocorrência de eventos extremos têm importante papel socioeconômico. Longos períodos chuvosos acarretam prejuízos para a infraestrutura das cidades. Por outro lado, períodos de estiagem prolongada afetam principalmente a gestão da energia hidrelétrica, o abastecimento de água, a agricultura e pecuária, ou seja, diversas atividades do setor produtivo são dependentes da variabilidade pluviométrica regional.  Diante da necessidade de minimizar impactos e reduzir a vulnerabilidade dos efeitos adversos dos eventos extremos, uma melhor compreensão da variabilidade dos extremos de chuvas é de fundamental importância para muitas atividades humanas. Com isso, o objetivo deste estudo é identificar e analisar os eventos extremos de precipitação no município de Soure (localizado no Estado do Pará), baseado na análise de ondeletas e no índice de anomalia de chuva (IAC). Para este fim, são utilizados dados diários de precipitação do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), para o período de 1975 a 2012. O IAC foi utilizado para caracterizar a intensidade e a ocorrência de eventos extremos na região, e foi aplicado na análise de ondeletas, permitindo determinar as escalas de variabilidade dominantes e suas variações temporais. Os resultados mostraram que a maioria dos eventos extremos está relacionada a uma variabilidade sazonal, com picos significativos a 95%. Também foi observada uma forte variabilidade interanual, que deve está associada ao El Niño Oscilação Sul (ENOS), porém não apresentou significância estatística. Nos primeiros anos da série temporal (1975 a 1983) e nos últimos 12 anos (2000 a 2012) foram observados predominância de anomalias negativa de chuva, e no intervalo entre 1984 e 1999, houve uma maior variabilidade entre os dados. O período chuvoso dessa região é de fevereiro a abril, com precipitação mensal média de 585 mm. Na ocorrência de eventos extremos, em anos considerados muito e/ou extremamente chuvoso (seco), a média mensal é em torno de 923 mm (306 mm). Para o período seco da região, setembro a novembro, a média mensal é de 21 mm, e nos anos considerados muito e/ou extremamente chuvoso (seco), a média mensal é em torno 98 mm (1,5 mm).
 
Nota do blog: o evento é aberto ao público interessado.

 

Desmatamento da Amazônia: Prodes completa 25 anos de vigilância

O monitoramento por satélites é imprescindível na contenção do desmatamento para proteger a biodiversidade e frear alterações no clima, além de gerar as informações necessárias à implantação de políticas voltadas para a fiscalização e para o desenvolvimento sustentável. Desde 1988, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) mapeia de forma operacional o desmate com o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes).
O Prodes é considerado o maior programa de acompanhamento de florestas do mundo, por cobrir 4 milhões de quilômetros quadrados (km2) todos os anos. Seu resultado revela a taxa anual do desmatamento por corte raso, quando todo o conjunto de árvores de floresta é retirado. Os satélites mostram que a Amazônia já perdeu 752 mil km2, cerca de 19% da floresta original.
O coordenador do Programa Amazônia do Inpe, Dalton Valeriano, falou sobre os 25 anos do Prodes durante a cerimônia de aniversário do instituto, que acaba de comemorar seus 52 anos.
“Colocamos na internet todas as informações, taxas anuais e banco de dados geográficos, com imagens e mapas e estatísticas”, ressaltou Valeriano. Para o Inpe, a transparência sobre informações de interesse da sociedade é um dos seus maiores compromissos.
Histórico
Em 1973, o Inpe inicia em sua estação de Cuiabá a recepção de imagens do primeiro satélite de sensoriamento remoto, o norte-americano Landsat, lançado um ano antes. E no final da década de 1970 estava pronto o primeiro mapeamento completo da região, que revelava o avanço do homem pela floresta causado pela construção de estradas e novas cidades e pela expansão da fronteira agrícola.
O levantamento pioneiro foi feito a pedido da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). Naquela época, o objetivo principal era verificar se a ocupação do território estava ocorrendo como estimulado por financiamentos oficiais. A partir de 1988, com o Prodes, o Inpe passou a realizar o mapeamento de forma operacional. Leia mais. 


MCTI: Raupp detalha ações de prevenção a desastres naturais em SC

A Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas promoveu nesta sexta-feira (30) uma audiência pública para discutir mecanismos de prevenção a desastres naturais com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp.
O debate foi realizado na Assembleia Legislativa em Florianópolis (SC) e contou com a presença do senador Casildo Maldaner, da senadora Vanessa Grazziotin, de deputados federais, representantes da Secretaria de Defesa Civil de Santa Catarina, da Fundação do Meio Ambiente (Fatma-SC) e da sociedade civil.
Embora ocupe apenas 1,2% do território nacional, Santa Catarina é assolado por 13% dos desastres naturais do país. Índice que preocupa as autoridades tanto do estado quanto dos municípios das regiões mais atingidas.
Raupp apresentou cinco medidas consideradas fundamentais para a prevenção e combate a desastres, que estão sendo realizadas junto com comunidades de áreas de risco, defesas civis municipais e estaduais.
Neste pacote estão: implementação de pluviômetros automáticos; criação de rede de monitoramento geotécnico para verificar a probabilidade de deslizamentos; implantação de monitoramento hidrológico para risco de enchentes; avaliação de cada área de risco para saber qual apresenta a maior probabilidade de desastres; e instalação de pluviômetros semiautomáticos com a participação das comunidades.
“Com este conjunto de medidas ações teremos mais segurança e eficiência, realizando um trabalho nunca antes visto na prevenção de desastres naturais no país, de maneira a aumentar, em poucos anos, a capacidade de resposta”, ressaltou o ministro.
Pluviômetros
Um dos destaques é o projeto Pluviômetros nas Comunidades, desenvolvido por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden/MCTI).
O objetivo é instalar, até o final de 2014, mil aparelhos em todas as regiões do país, em comunidades localizadas em área de risco, de modo que os instrumentos sejam operados por grupos locais especialmente treinados por técnicos do Cemaden e da Defesa Civil. Assim, agentes comunitários indicados pela prefeitura municipal recebem orientações de como fazer a leitura e como proceder em situações de alerta, realizando, a partir de então, o monitoramento direto das chuvas.
“Essa iniciativa promove a mobilização e o engajamento da população, além de melhorar a capacidade local de lidar com situações adversas”, disse o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre.
Petrópolis (RJ) foi a primeira a receber o equipamento, que mede a quantidade de chuvas. Durante o mês de agosto, o Cemaden realizou a entrega de 113 pluviômetros semiautomáticos em 30 municípios dos quatro estados da Região Sudeste. Santa Catarina teve 15 cidades contempladas: Brusque; Garuva; Gaspar; Jaraguá do Sul; Luiz Alves; Nova Trento; São João Batista; São José; Itapema; Rodeio; Blumenau; Rio do Sul; Taió; Araranguá; e Nova Veneza.
Parceria
Outro projeto é a instalação de pluviômetros automáticos em torres de telefonia (estações de rádio base - ERBs) localizadas em áreas de risco desastres naturais. Esses equipamentos medem a quantidade das chuvas a cada cinco minutos e transmitem essas informações para o Cemaden. Este, por sua vez, transmite para a Defesa Civil, que é a responsável pela emissão de alertas à população.
Uma parceria entre o MCTI e a operadora TIM para talo finalidade foi na última quarta-feira (28), em Brasília. O investimento do ministério na aquisição e instalação dos equipamentos é de R$ 50 milhões. Cabe à TIM oferecer os chips e a localização física das torres para a instalação dos aparelhos.

Patrícia Antunes – Ascom do MCTI

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

The inevitability of sea level rise

Abaixo, no original em inglês, artigo postado no Real Climate.


Guest post by Anders Levermann [via The Conversation]
Small numbers can imply big things. Global sea level rose by a little less than 0.2 metres during the 20th century – mainly in response to the 0.8 °C of warming humans have caused through greenhouse gas emissions. That might not look like something to worry about. But there is no doubt that for the next century, sea level will continue to rise substantially. The multi-billion-dollar question is: by how much?
The upper limit of two metres that is currently available in the scientific literature would be extremely difficult and costly to adapt to for many coastal regions. But the sea level will not stop rising at the end of the 21st century. Historical climate records show that sea levels have been higher whenever Earth’s climate was warmer – and not by a couple of centimetres, but by several metres. This inevitability is due to the inertia in the ocean and ice masses on the planet. There are two major reasons for the perpetual response of sea level to human perturbations.
One is due to the long lifetime and warming effect of carbon dioxide in the atmosphere. Once emitted carbon dioxide causes warming in the atmosphere over many centuries which can only be reduced significantly by actively taking the greenhouse gas out again. This is because both the amount of heat and carbon dioxide the ocean can absorb is reduced, and so the temperature stays up for centuries or even millennia. Of course, not cutting emissions would exacerbate the problem even further.
The other reason is that both the ocean and the ice masses are very big and a warming of the surrounding atmosphere will only penetrate slowly, but inevitably, into them. As a consequence their sea level contribution continues even if the warming does not increase. Sea level rise over the last century has been dominated by ocean warming and loss of glaciers. Our recent study indicates that the future sea level rise will be dominated by ice loss from the two major ice sheets on Greenland and Antarctica – slumbering giants that we’re about to wake.
levermann2013
Graph: Sea level rise contributions over 2000 years from: ocean warming (a), mountain glaciers (b), Greenland (c) and Antarctic (d) ice sheets. The total sea level commitment (e) is about 2.3m per degree of warming above pre-industrial.

It is easier to understand a future world that has adjusted to a new equilibrium of higher temperatures than it is to understand the dynamic (perhaps rapid) transition from today’s world to a warmer one. That is why we used physical models for the ocean, the mountain glaciers and the big ice sheets to compute how the systems would be different if the world was warmer.
What we found was that for each degree of global warming above pre-industrial levels the ocean warming will contribute about 0.4 metres to global mean sea-level rise while Antarctica will contribute about 1.2 metres. The mountain glaciers have a limited amount of water stored and thus their contribution levels off with higher temperatures. This is over-compensated for by the ice loss from Greenland, so that in total sea level rises quasi-linearly by about 2.3 metres for each degree of global warming (see figure).
How fast this will come about, we do not know. All we can say is that it will take no longer than 2,000 years. Thus the 2.3 metres per degree of warming are not for this century. They need to be considered as our sea level commitment – the sea level rise that cannot be avoided after we have elevated global temperatures to a certain level.
Ben Strauss of Climate Central has considered the different possible future pathways that society might take and computed which US cities are at risk in the long-term. He poses the question as to what year, if we continue with greenhouse emissions at current rates, we will have caused an inevitable sea level rise that puts certain cities at risk.
According to his analysis, within the next few years Miami in Florida will be committed to eventually lie below sea level, while our future actions can still decide on whether we want to one day give up cities such as Virginia Beach, Sacramento, Boston, Jacksonville or New York City.
This is a decision society has to take for future generations. We will need to adapt to climate change in any case, but some things we will not be able to adapt to. Society needs to decide whether we want to give up, for example, the Tower of London, or to put the breaks on climate change so that we don’t have to.
Weblink: The New York Times has a good current article on this issue.
Anders Levermann is department head at the Potsdam Institute for Climate Impact Research, Germany

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

UFRN abre Concurso para Docente


Agrometeorologia e Sensoriamento Remoto* 


CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO DE PROFESSOR DO MAGISTÉRIO SUPERIOR NA CLASSE “A” PARA AS ÁREAS DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (CCET) E TECNOLÓGICAS (CT) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
EDITAL No 030/2013

As inscrições serão feitas, exclusivamente, via internet, a partir da 00h01 do dia 02 de setembro de 2013 até às 23h59 do dia 20 de setembro de 2013. 

01 Vaga para a área de Agrometeorologia e Sensoriamento Remoto. 

Adjunto-A/DE. Graduação em Meteorologia ou em Agronomia ou em áreas correlatas e Doutorado em Meteorologia ou em áreas afins.