segunda-feira, 28 de julho de 2014

Pesquisadores alertam para riscos da defaunação promovida pelo homem

Agência FAPESP – A revista científica norte-americana Science acaba de publicar uma edição especial sobre as consequências do desaparecimento de espécies animais para a biodiversidade do planeta e para o próprio futuro da humanidade.
“Durante o Pleistoceno, apenas dezenas de milhares de anos atrás, nosso planeta sustentava animais grandes e espetaculares. Mamutes, 'aves do terror', tartarugas gigantes e tigres-dentes-de-sabre, bem como espécies muito menos conhecidas, como preguiças gigantes (algumas das quais chegavam a 7 metros de altura) e gliptodontes (que pareciam tatus do tamanho de automóveis), vagavam livremente”, diz a introdução do especial.
“Desde então, no entanto, o número e a diversidade de espécies animais na Terra têm declinado consistente e firmemente. Hoje, ficamos com uma fauna relativamente depauperada e continuamos a ver a rápida extinção de espécies animais. Embora algum debate persista, a maioria das evidências sugere que os seres humanos foram responsáveis pela extinção dessa fauna do Pleistoceno, e continuamos a induzir extinções de animais por meio da destruição de terras selvagens, da caça para consumo ou como luxo e da perseguição de espécies que vemos como ameaças ou concorrentes”, destaca o texto.
O especial traz artigos em que pesquisadores de diversos países citam espécies animais que estão desaparecendo, os complexos fatores por trás do processo de defaunação e as dificuldades para colocar em prática alternativas eficazes de conservação.
Um dos artigos do especial, Defaunation in the Anthropocene, tem entre seus autores o professor Mauro Galetti, do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro, responsável por projetos de pesquisa que integram o programa BIOTA-FAPESP.
O artigo de Galetti, produzido em colaboração com pesquisadores dos Estados Unidos, do México e do Reino Unido, ressalta que o mundo está passando por uma das maiores extinções de animais em sua história.
De acordo com os autores, a onda global de perda de biodiversidade tem a ação humana como principal causadora. Mas os impactos humanos sobre a biodiversidade animal representam uma forma ainda não reconhecida de mudanças ambientais globais.
“Dos vertebrados terrestres, 322 espécies se tornaram extintas desde 1500, e populações das espécies restantes mostram declínio médio de 25% em abundância”, dizem os autores.
“Tais declínios animais impactarão o funcionamento de ecossistemas e o bem-estar humano. Muito permanece desconhecido sobre a ‘defaunação antropocênica’. Essas lacunas de conhecimento dificultam a nossa capacidade de prever e limitar os impactos da defaunação. Claramente, no entanto, a defaunação é tanto um componente pervasivo da sexta extinção em massa do planeta como também um grande condutor de mudança ecológica global”, destacam.
Segundo Galetti e colegas, de todas as espécies animais atuais – estimadas entre 5 milhões e 9 milhões –, o mundo perde anualmente entre 11 mil e 58 mil espécies. E isso não inclui os declínios de abundância animal entre populações, ou seja, de espécies que agonizam lentamente.
“A ciência tem se preocupado com o impacto das extinções das espécies, mas o problema também envolve a extinção local de populações. Algumas espécies podem não estar globalmente ameaçadas mas podem estar extintas localmente. Essa extinção local de animais afeta o funcionamento dos ecossistemas naturais vitais ao homem. Nesse trabalho agora publicado, compilamos dados populacionais de grandes mamíferos, como rinocerontes, gorilas e leões, e também de invertebrados, como borboletas. Uma em cada quatro espécies de vertebrados tem suas populações reduzidas”, disse Galetti, em entrevista ao site da Unesp.
“A maioria dos pesquisadores analisa os efeitos humanos sobre a extinção das espécies e, nesse trabalho, nós enfocamos a extinção local de populações. A extinção de uma espécie tem um grande impacto, e a redução das populações animais causa um impacto maior ainda nos ecossistemas”, disse.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

UFRN organiza V Simpósio Brasileiro de Geofísica Espacial e Aeronomia

No período de 29 de setembro a 3 de outubro, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) realizam o V Simpósio Brasileiro de Geofísica Espacial e Aeronomia - SBGEA & IV Fórum de Pesquisa e Inovação do CLBI.
O evento promove o debate de temas científicos relevantes à área das Ciências Espaciais e Atmosféricas e gera o intercâmbio de informações e ideias entre estudantes, docentes, pesquisadores, técnicos e instituições.  
O Simpósio é destinado a pesquisadores, professores e profissionais atuantes ou interessados nas Ciências Espaciais e estudantes de graduação e de pós-graduação. 
Mais informações podem ser encontradas no endereço: http://www.vsbgea.ccet.ufrn.br/index.php.

sábado, 19 de julho de 2014

2013 State of the Climate: Earth’s surface temperature

Why it matters

Of all the planets in our neighborhood, Earth has a surface temperature that is uniquely friendly to life. That friendliness is the result of a balancing act between incoming sunlight and outgoing thermal energy—the heat radiated back to space by every part of the Earth system, from land to oceans to clouds and, especially, by the gases in the atmosphere. Surface temperature is one of several signals that indicate the status of Earth’s heat budget. Earth’s  long-term warming trend shows that the balance has changed: the atmosphere absorbs and radiates more heat (thermal infrared energy) than it used to.

Conditions in 2013

Surface temperatures in 2013 compared to the 1981-2010 average. NOAA map by Dan Pisut, NOAA Environmental Visualization Lab, based on Merged Land and Ocean Surface Temperature data from the National Climatic Data Center. Adapted from Plate 2.1(c) in State of the Climate in 2013.
Surface temperatures in 2013 were warmer than average across most of the world. Notably, Australia had its warmest year since national records began in 1910. Far-western Asia and the far-western Pacific Ocean also saw record-high average temperatures. At the same time, a swath of central North America, the Pacific Ocean west of South America and along the equator, and a few other isolated locations saw cooler-than-average temperatures.
The impacts of temperature on people, agricultural activities, and natural ecosystem are more often related to extreme temperature events than they are to changes in long-term averages, so the 2013 State of the Climate report also included an analysis of worldwide temperature extremes since 1950.
The year 2013 ranked within the top 10 years for the frequency of warm days and in the bottom 10 years for the frequency of cool days. More warm days than average occurred over large parts of Europe, central and east Asia, and Australia, while fewer warm days than average were observed over central North America. Regional and global average time series of these statistics suggest that the increase in warm day frequency and decrease in cool night frequency is part of a long-term trend.

Change over time

Multiple long-term records of Earth’s average temperature (different colored lines) since the late nineteenth century show a similar pattern: year to year variability combined with a long-term warming trend. The lines shows how far above or below the 1981–2010 average (dashed line at zero) the combined land and ocean temperature has been each year since 1880. Graph adapted from Figure 2.1, in BAMS State of the Climate in 2013.
Globally-averaged surface temperature for 2013 was 0.36 - 0.38° Fahrenheit above the 1981–2010 average, placing it among the top 10 warmest years since record-keeping began. Depending on the dataset considered, the year ranked from second to sixth warmest among the 134 years on record. Relative warming of the equatorial Pacific from cooler-than-average La Niña conditions to ENSO-neutral conditions helped elevate global average temperature slightly above the two previous years.
Since 1976, every year including 2013 has had an average global temperature above the long-term average. Over this 37-year period, temperature warmed at an average of 0.50 °F (0.28 °C) per decade over land and 0.20 °F (0.11 °C) per decade over the ocean.
To calculate global average temperature, four independent teams accessed air temperatures from weather stations on land and sea surface temperatures collected by ships and buoys. Each team used their own methods to analyze and merge the land and ocean datasets to estimate annual temperature for the whole globe. Though their methods differ, all four analyses are in close agreement.
References
A. Sánchez-Lugo, J. J. Kennedy, and P. Berrisford. 2014: [Global climate] Temperature [in “State of the Climate in 2013”]. Bull. Amer. Meteor. Soc., 95 (7), S9-S10.
M.G. Donat and R.J.H. Dunn. 2014: [Global Climate] Temperature Extreme Indices in 2013 [in “State of the Climate in 2013”]. Bull. Amer. Meteor. Soc., 95 (7), S12-S13.
NOAA National Climatic Data Center, State of the Climate - Global Analysis - Annual 2013, published online January 2014, retrieved on June 30, 2014 from http://www.ncdc.noaa.gov/sotc/global/2013/13

Source: climate.gov

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Astronomia nas Ciências Climáticas: Telescópios investigam relação entre ciclo do Sol e clima

Por Diego Freire
Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) construíram dois telescópios que vão funcionar de forma sincronizada na detecção contínua de partículas derivadas da radiação do Sol para investigar possíveis relações entre os ciclos solares e as variações climáticas da Terra.
O trabalho é resultado da pesquisa “Detecção e estudo de eventos solares transientes e variação climática”, realizada no âmbito de um acordo de cooperação entre a FAPESP e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) que tem como objetivo apoiar projetos cooperativos e intercâmbio de pesquisadores e estudantes em áreas ligadas às mudanças climáticas globais.
De acordo com o coordenador da pesquisa na Unicamp, Anderson Campos Fauth, professor associado do Instituto de Física Gleb Wataghin, já se sabe que os ciclos solares e suas flutuações apresentam alguma relação com a intensidade com que os raios cósmicos atingem a Terra, apesar de não serem considerados uma das principais causas das mudanças climáticas globais.
“Não existe um consenso sobre o mecanismo que relaciona a atividade solar e as mudanças climáticas. Há uma hipótese de que o aumento do fluxo de raios cósmicos pode estar associado ao surgimento de nuvens baixas, que globalmente exercem um efeito de resfriamento e, nas regiões polares, onde a incidência da radiação solar é baixa, têm impacto contrário, provocando aquecimento”, disse.
Fauth explica que cientistas têm observado que certos fenômenos climáticos – oceanos mais quentes, maior quantidade de chuvas tropicais, menos nuvens subtropicais, circulação mais intensa de ventos – parecem estar em parte associados ao ciclo de atividade solar, que dura em média 11 anos.
“Entretanto, esses estudos estão em fase inicial e é necessário fazer novas observações das radiações emitidas pelo Sol, principalmente quando surgem atividades como as explosões solares, e monitorar suas variações sazonais”, ponderou.
Diante disso, o trabalho da Unicamp e da UFF com os telescópios foca em um dos sinais do ciclo solar: a presença e o comportamento das partículas múons na atmosfera terrestre.
O múon é a mais abundante partícula com carga elétrica presente na superfície da Terra, representando cerca de 80% dos raios cósmicos com carga elétrica em altitudes próximas ao nível do mar. A cada segundo surgem, aproximadamente, 140 múons por metro quadrado.
O fato de a partícula quase sempre possuir trajetória retilínea facilita sua detecção com um arranjo de poucos detectores. “Essas partículas permitem estudar os eventos solares em uma região de energia que os satélites e os monitores de nêutrons posicionados na superfície terrestre não observam”, explicou Fauth.
O ano de 2014 é propício à detecção de múons pelos telescópios da Unicamp e da UFF. Ao longo deste período, o ciclo atual do Sol atinge sua máxima atividade: o número de manchas solares observadas aumenta consideravelmente e os flares – explosões que ocorrem na superfície do Sol – irrompem com grande intensidade, libertando milhões de toneladas de gás magnetizado.
Além disso, Campinas e Niterói, onde os telescópios estão instalados, têm localização privilegiada para a detecção de partículas derivadas da radiação solar, pois estão próximas à região central da Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAA, da sigla em inglês), onde a resistência magnética para entrada de partículas carregadas vindas do espaço é muito baixa.
A maioria dos detectores de partículas solares energéticas está instalada próximo às regiões dos polos porque, nas outras regiões, o campo magnético da Terra desvia as partículas carregadas. Mas na região da SAA há uma intensidade magnética muito inferior, uma espécie de buraco na magnetosfera que se comporta como um funil.
Muonca
O telescópio construído na Unicamp, que recebeu o nome Muonca, iniciou em abril a tomada de dados contínua, utilizando quatro detectores de partículas. Os detectores da UFF entraram em funcionamento em junho, no modo monitor – quando se realiza a contagem dos múons, sem determinar ainda sua direção de chegada.
O Muonca utiliza quatro detectores de partículas idênticos. A partícula múon, ao atravessar o cintilador do detector, produz uma luz que permite o registro de sua passagem. Um computador é utilizado no sistema de aquisição de dados, e as informações brutas são registradas em arquivos diários.
O telescópio da Unicamp foi construído em dois anos, incluindo o tempo para os processos de importação, realização dos projetos, desenhos técnicos das peças, execução por técnicos da universidade e de empresas privadas, montagem por membros do grupo de pesquisa, desenvolvimento do software de aquisição de dados e calibração dos detectores, além da programação dos códigos de análise dos dados.
O experimento opera continuamente, 24 horas por dia, e os pesquisadores desenvolvem agora um sistema que alerte por e-mail e SMS quando ocorrer algum problema ou possível evento solar na aquisição dos dados.

Recentemente, os detectores instalados em Campinas e Niterói registraram simultaneamente uma tempestade geomagnética. De acordo com Fauth, os dados estão sendo avaliados para publicação e os primeiros resultados conjuntos dos dois telescópios serão apresentados em setembro no 34º Encontro Nacional de Física de Partículas e Campos, organizado pela Sociedade Brasileira de Física em Caxambu (MG).

terça-feira, 15 de julho de 2014

207 cidades divulgam estratégias de adaptação às mudanças climáticas

Responsáveis por 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global, por abrigar mais da metade da população mundial e pelo consumo de dois terços do consumo de energia do planeta, as cidades serão as principais atingidas pela mudança do clima, revela último relatório do Painel Intergovernamental pelas Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Mobilizados por meio do programa Cities 2014, do CDP*, 207 municípios de todo o mundo – entre eles, 29 brasileiros – divulgaram 757 estratégias e ações de adaptação às mudanças climáticas. “Porém, uma colaboração maior com empresas é necessária para aumentar a resiliência das cidades”, avalia Larissa Bulla, responsável pelo programa.

Segundo novo relatório do CDP, Protecting our Capital, que examina dados de 50 dessas cidades, 76% dos participantes relataram que o aquecimento global pode impactar os negócios, levando o governo local a concentrar suas ações na identificação de riscos e mitigação.

O total de municípios participantes do programa este ano representa quase o dobro de 2013. Segundo o CDP, esse aumento decorre da crescente preocupação das administrações municipais com a responsabilidade ambiental e com o monitoramento do desempenho.

Dados das cidades participantes, como emissões de gases de efeito estufa, riscos, ações de adaptação e atividades de redução de emissões, podem ser consultados no infográfico produzido pela iniciativa (em inglês).

BRASIL
Três quartos das cidades brasileiras informaram que os efeitos da mudança do clima ameaçam sua estabilidade econômica, causam danos a propriedades, infraestruturas, comprometem o bem-estar social, entre outros. Além disso, metade enxerga benefícios no combate às mudanças climáticas, informou a assessoria de imprensa.

A cidade de São Paulo (SP), por exemplo, reportou que durante eventos extremos do climatais como tempestades – houve aumento de enchentes, que impactam negativamente as vias mais importantes do centro da cidade, aumentando o congestionamento e a pressão sobre o sistema de transporte público.

Conheça os 29 municípios participantes: Aparecida (SP), Aracaju (), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Caieiras (SP), Campinas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Guarulhos (SP), Jaguaré (ES), João Pessoa (PB), Macapá (AM), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Bernardo do Campo (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Sorocaba (SP) e Vitória (ES).

Marina Maciel - Planeta Sustentável 

Nota do Blog: Nossa cidade Natal - RN, aparece na lista e nos deixa muito satisfeitos. Mas, certamente temos potencialidade para estarmos no topo, em nível mundial. Podemos fazer mais.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Atlas of Mortality and Economic Losses from Weather, Climate and Water Extremes

Better disaster data enables better decisions

Geneva, 11 July 2014 (WMO) - Weather, climate and water-related disasters are on the rise worldwide, causing loss of life and setting back economic and social development by years, if not decades. From 1970 to 2012, 8 835 disasters, 1.94 million deaths, and US$ 2.4 trillion of economic losses were reported globally as a result of hazards such as droughts, extreme temperatures, floods, tropical cyclones and related health epidemics, according to a new report.
The Atlas of Mortality and Economic Losses from Weather, Climate and Water Extremes 1970-2012 describes the distribution and impacts of weather, climate, and water-related disasters and highlights measures to increase resilience. It is a joint publication of the World Meteorological Organization (WMO) and the Centre for Research on the Epidemiology of Disasters (CRED) of the Catholic University of Louvain (UCL) in Belgium.
The Atlas aims to provide decision-makers with actionable information for protecting life and property.
It is also highlights the need for stronger efforts to report, standardize and analyze data on weather, climate, and water-related hazards to improve understanding of disasters and reinforce the platform for prevention.
The report was published ahead of the First Session of the Preparatory Committee Meeting (Geneva 14-15 July) for the Third United Nations World Conference on Disaster Risk Reduction. It seeks to inform debate on the post-2015 framework both for disaster risk reduction and sustainable development.
Storms and floods accounted for 79 per cent of the total number of disasters due to weather, climate and water extremes and caused 55 per cent of lives lost and 86 per cent of economic losses between 1970 and 2012, according to the Atlas. Droughts caused 35 per cent of lives lost, mainly due to the severe African droughts of 1975 and 1983–1984.
The 1983 drought in Ethiopia ranked top of the list of human casualties, claiming 300 000 lives, as did Cyclone Bhola in Bangladesh in 1970. Drought in Sudan in 1984 killed 150 000 people, whilst the Cyclone locally known as Gorky killed 138 866 people in Bangladesh in 1991.
Hurricane Katrina in the United States of America in 2005 caused the worst economic losses, at US$ 146.89 billion, followed by Sandy in 2012 with a cost of $ 50 billion.   
The worst ten reported disasters in terms of lives lost occurred primarily in least developed and developing countries, whereas the economic losses were mainly in more developed countries.
“Disasters caused by weather, climate, and water-related hazards are on the rise worldwide. Both industrialized and non-industrialized countries are bearing the burden of repeated floods, droughts, temperature extremes and storms,” said WMO Secretary-General Michel Jarraud.
“Improved early warning systems and disaster management are helping to prevent loss of life. But the socio-economic impact of disasters is escalating because of their increasing frequency and severity and the growing vulnerability of human societies.”
The report highlighted the importance of historical, geo-referenced information about deaths and damages to estimate risks before the next disaster occurs. This information can support practical decisions on reducing potential impacts by, for example, improved early warning systems, retrofitting critical infrastructure, or enforcing new building codes.
“Collecting global loss data that are comparable and complete is a major challenge. Climate and weather services are working with disaster-impact researchers and data centers to meet this challenge. This partnership is producing analyses that support practical decisions on reducing the human consequences of disasters, for example by investing in early warning systems or targeting the most vulnerable communities,” said CRED Director, Prof. Debarati Sapir.
The United Nation’s Global Assessment Report on Disaster Risk Reduction 2013 concluded that direct and indirect losses from natural hazards of all kinds have been underestimated by at least 50 per cent because of the data collection challenges. Because better reporting of disaster impacts is vital for strengthening disaster risk reduction, the international community should help vulnerable countries improve their capacity for developing and maintaining high-quality damage and loss databases.
Another challenge for users of risk information is the changing characteristics (frequency, location, severity) of weather-, climate- and water-related hazards. Natural climate variability is now exacerbated by long-term, human-induced climate change, so that yesterday’s norms will not be the same as tomorrow’s.
The WMO-CRED-Louvain report seeks to raise awareness of these and other challenges to collecting and analyzing disaster risk information. It presents a worldwide analysis of extreme weather, climate and water events drawing on the Emergency Events Database (EM-DAT),   compiled by CRED. The Atlas compares the reported impacts of meteorological, climatic and hydrological extremes (as categorized by CRED) on people and economies at both the global and regional levels.
In addition to global statistics and maps, the Atlas also provides details on disasters at the regional level.
Africa: From 1970 to 2012, there were 1 319 reported disasters caused the loss of 698 380 lives and economic damages of US$ 26.6 billion. Although floods were the most prevalent type of disaster (61 per cent), droughts led to the highest number of deaths. The severe droughts in Ethiopia in 1975 and in Mozambique and Sudan in 1983–1984 caused the majority of deaths. Storms and floods, however, caused the highest economic losses (79 per cent).
Asia: Some 2 681 disasters were reported in the 1970–2012 period, causing the loss of 915 389 lives and economic damages of US$ 789.8 billion. Most of these disasters were attributed to floods (45 per cent) and storms (35 per cent). Storms had the highest impact on life, causing 76 per cent of the lives lost, while floods caused the greatest economic loss (60 per cent). Three tropical cyclones were the most significant events, striking Bangladesh and Myanmar and leading to over 500 000 deaths. The largest economic losses were caused primarily by disasters in China, most notably by the 1998 floods.
South America: From 1970 to 2012, South America experienced 696 reported disasters that resulted in 54 995 lives lost and US$ 71.8 billion in economic damages. With regard to impacts, floods caused the greatest loss of life (80 per cent) and the most economic loss (64 per cent). The most significant event during the period was a flood and land and mudslide that occurred in Venezuela in late 1999 and caused 30 000 deaths. This single event skews the loss of life statistics significantly for the entire region.
North America, Central America and the Caribbean reported 1 631 disasters that caused the loss of 71,246 lives and economic damages of US$ 1 008.5 billion. The majority of the reported disasters in this region were attributed to storms (55 per cent) and floods (30 per cent). Storms were reported to be the greatest cause of lives lost (72 per cent) and of economic loss (79 per cent).
The South-West Pacific region experienced 1 156 reported disasters in 1970–2012 that resulted in 54684 deaths and US$ 118.4 billion in economic loss. The majority were caused by storms (46 per cent) and floods (38 per cent).  The most significant reported disasters with regard to lives lost were tropical cyclones, mainly in the Philippines, including the event of 1991, which killed 5956 people. The 1981 drought in Australia caused US$ 15.2 billion in economic losses and the 1997 wildfires in Indonesia caused nearly US$ 11.4 billion in losses.
In Europe, 1 352 reported disasters claimed 149 959 lives and caused US$ 375.7 billion in economic damages. Floods (38 per cent) and storms (30 per cent) were the most reported cause of disasters, but extreme temperatures led to the highest proportion of deaths (94 per cent), with 72 210 lives lost during the 2003 western European heat wave and 55 736 during the 2010 heat wave in the Russian Federation. In contrast, floods and storms accounted for most of the economic losses during the period.
Weather, Climate and Water
For more information:
Clare Nullis, Media Officer, Communications and Public Affairs, Tel: +(41 22) 730 8478; (41-79) 7091397, email: cnullis (at) wmo.int 

Remark:
Press Release No. 998
For use of the information media
Not an official record
 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Atlas digital traz cenários climáticos futuros para o Brasil

Agência FAPESP – A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) disponibilizou um atlas digital dos cenários climáticos projetados para o Brasil no quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), preparado em 2007.
Os mapas climáticos apresentados no atlas trazem temperatura média do ar (mínimas, médias e máximas), precipitação pluvial, umidade relativa do ar e duração do período de molhamento foliar para o país.
São 504 mapas mensais, abrangendo o clima de 1961 a 1990 (período de referência) e simulações para os períodos de 2011 a 2040, 2041 a 2070 e 2071 a 2100, contemplando dois cenários de emissão de gases de efeito estufa calculados pelo IPCC, um otimista (chamado B1) e um pessimista (A2).
O documento é resultado principalmente de dois projetos da Embrapa: "Impactos das mudanças climáticas globais sobre problemas fitossanitários" e “Impacto das mudanças climáticas sobre doenças e pragas em cultivos de importância para a agroindústria da Argentina e do Brasil", realizados em cooperação com o Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (Inta), da Argentina.
Os autores do Atlas são Emília Hamada e Raquel Ghini, pesquisadoras da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna); José Antonio Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); e Bruno Silva Oliveira e Sulimar Munira Caparoci Nogueira, doutorandos do Inpe em São José dos Campos.
O atlas digital pode ser acessado em http://www.cnpma.embrapa.br/climapest/atlasdigital4r/ ou pela página http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/979893/1/AtlasDigital4R.zip

Mudança do clima e ação humana alteram litoral no Brasil

Por Fabio Reynol
Agência FAPESP – As zonas costeiras costumam sofrer alterações provocadas por elementos naturais, como elevação do nível do mar e o regime de ondas a que são submetidas. Com as mudanças climáticas, os elementos naturais que influenciam nas alterações das praias, chamados de condições forçantes, devem se intensificar e modificar o desenho das terras costeiras.
Pesquisa conduzida em São Paulo e Pernambuco, que investigou os impactos sofridos por quatro praias nos dois estados, concluiu, no entanto, que os efeitos da ação humana podem ser ainda mais fortes do que os da natureza.
Executado com apoio da FAPESP e da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), o trabalho é resultado de uma chamada de propostas lançada no âmbito de um acordo de cooperação entre as instituições.
A pesquisa “Vulnerabilidade da zona costeira dos estados de São Paulo e Pernambuco: situação atual e projeções para cenários de mudanças climáticas” durou três anos, período em que foram estudadas as praias paulistas de Ilha Comprida, no município de mesmo nome, e de Massaguaçu, em Caraguatatuba, e as pernambucanas praia da Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e praia do Paiva, em Cabo de Santo Agostinho.
“Escolhemos praias com características diferentes para fazer as comparações. Massaguaçu, no litoral norte paulista, e Jaboatão, na região metropolitana do Recife, são praias urbanas, enquanto Ilha Comprida e Paiva ficam em regiões menos habitadas”, disse o coordenador do projeto, Eduardo Siegle, professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO/USP), que dividiu a liderança dos trabalhos com a professora Tereza Araújo, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
A pesquisa analisou como as mudanças climáticas globais provocam alterações na costa. Uma das condições forçantes é o clima de ondas. Segundo Siegle, as mudanças climáticas provocam alterações nos regimes de ventos, principais influenciadores na formação das ondas. Com direção e força alteradas, as ondas podem redesenhar o contorno das praias, refazendo sua morfologia.
“As ondas redefinem os depósitos de sedimentos e as praias atingem um equilíbrio dinâmico mediante as condições a que estão sujeitas; pode ocorrer erosão em alguns pontos e deposição de material em outros”, disse Siegle, acrescentando que uma praia pode encolher, mudar de formato e até aumentar de tamanho.
Outro fator decorrente das mudanças climáticas é a elevação do nível do mar, que leva as ondas a ter maior alcance e atingir novos pontos da costa. Essa condição costuma aumentar erosões e provocar inundações de áreas próximas à costa.
Um ponto confirmado pelos resultados obtidos foi o fato de que, em algumas regiões, as ações antrópicas no litoral exerceram mais influência nessas alterações que as forças da natureza. “Acompanhamos imagens de décadas. Nesse período, os impactos de uma ocupação mal feita do litoral podem ser muito maiores do que aqueles provocados por mudanças climáticas”, disse.
Processos de urbanização que impermeabilizam áreas praianas necessárias ao movimento de sedimentos, por exemplo, costumam provocar erosões de forma mais acentuada. No estudo, a ação humana figurou entre os principais influenciadores da vulnerabilidade costeira.
Observação dos processos costeiros
O trabalho também se debruçou sobre as mudanças históricas nas condições forçantes naturais. Para isso, a equipe lançou mão de modelos computacionais que simularam essas forças e seus efeitos ao longo das últimas décadas. Outro método de investigação foi a coleta de dados em campo. Os pesquisadores fizeram levantamentos morfológicos, que analisam o formato das praias e mediram parâmetros de suas ondas.
A medição de variáveis físicas na região costeira exigiu a aplicação de métodos inovadores para colocar instrumentos nas zonas de arrebentação, relatou Siegle. A equipe acoplou um perfilador acústico de correntes marinhas Doppler (ADCP) em uma moto aquática com um trenó.
O equipamento fornece parâmetros como velocidade das correntes na coluna d’água, altura, direção e período das ondas. A moto aquática foi usada para levantamentos batimétricos e hidrodinâmicos em áreas rasas sujeitas à arrebentação de ondas, nas quais embarcações convencionais não conseguem navegar.
Uma série de imagens aéreas registradas ao longo de aproximadamente 40 anos foi outra importante fonte de dados para a pesquisa. Foram acessados arquivos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do próprio Instituto Oceanográfico da USP. Por meio de pontos georreferenciados marcados sobre as imagens, foi possível acompanhar as alterações na faixa costeira ao longo do tempo.
Com os dados coletados pelos diferentes métodos, o grupo estabeleceu nove indicadores de vulnerabilidade: posição da linha de costa, largura da praia, elevação do terreno, obras de engenharia costeira, permeabilidade do solo, vegetação, presença de rios ou desembocaduras, taxa de ocupação e configurações ao largo. Este último diz respeito à área de mar aberto adjacente à região costeira em estudo.
Sistemas praiais mais largos tendem a ser mais estáveis que faixas estreitas, portanto menos vulneráveis. A presença de vegetação bem desenvolvida na zona pós-praia sugere um cenário de baixa erosão e rara intrusão de água salina.
A vulnerabilidade à inundação pode ser estimada, entre outros fatores, pela permeabilidade do solo. Quanto menos permeável for o solo, mais sujeita à inundação será a área. E por alterar simultaneamente vários desses fatores, a taxa de ocupação da costa é um dos mais preponderantes indicadores de vulnerabilidade de uma área costeira.
Os indicadores foram depois tabulados e classificados de acordo com três graus de vulnerabilidade: alta, média ou baixa, para cada ano analisado. Registrou-se a evolução da vulnerabilidade de cada praia estudada e os pesquisadores chegaram a várias conclusões.
“Entre elas eu destacaria a importância da ocupação humana no litoral na elevação da vulnerabilidade da praia”, disse Siegle. As praias urbanas nos dois estados apresentaram situação de vulnerabilidade maior que aquelas com taxa de ocupação menor.
A aplicação desse método foi detalhada na tese de doutorado de Paulo Henrique Gomes de Oliveira Sousa, intitulada “Vulnerabilidade à erosão costeira no litoral de São Paulo: interação entre processos costeiros e atividades antrópicas”, defendida em 2013 no Programa de Pós-Graduação em Oceanografia do IOUSP.
O projeto de pesquisa resultou em cinco trabalhos de iniciação científica, quatro dissertações de mestrado e duas teses de doutorado, uma com bolsa FAPESP – Cássia Pianca Barroso desenvolveu o trabalho “Uso de imagens de vídeo para a extração de variáveis costeiras: processos de curto a médio termo”.
De acordo com Siegle, vários artigos estão em fase de redação e quatro já foram publicados, entre eles Evolução da vulnerabilidade à erosão costeira na Praia de Massaguaçú (SP), Brasil no Journal of Integrated Coastal Management e Vulnerability assessment of Massaguaçú Beach (SE Brazil) na Ocean & Coastal Management.
Parceria São Paulo-Pernambuco
Além dos resultados científicos, o projeto apresentou como fruto a aproximação entre instituições de pesquisa paulistas e pernambucanas. “A interação foi muito grande e pesquisadores pernambucanos participaram das pesquisas em campo em São Paulo e vice-versa”, contou Siegle.
A aproximação dos grupos levou a outro trabalho conjunto FAPESP-FACEPE, o projeto “Suscetibilidade e resistência de sistemas estuarinos urbanos a mudanças globais: balanço hidro-sedimentar, elevação do nível do mar, resposta a eventos extremos”, coordenado pelos professores Carlos Schettini (UFPE) e Rubens Cesar Lopes Ferreira (IO/USP).
A execução do projeto coordenado por Siegle e Tereza Araújo ainda levou à formação do Grupo de Trabalho “Respostas da Linha de Costa” que incorpora o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Ambientes Tropicais Marinhos (AmbTropic) , sediado no Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia e apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

quinta-feira, 3 de julho de 2014

México, lugar 36 de 40 en innovación de tecnologías limpias


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Ciudad de México.– El Fondo Mundial para la Naturaleza (WWF) en colaboración con Cleantech Group lanzó el Índice Global de Innovación en Tecnologías Limpias 2014 (Global Cleantech Innovation Index 2014), el cual evalúa a 40 países, incluyendo a los miembros del G20, a través de 15 indicadores relacionados con la creación y comercialización de empresas de tecnología limpia. El resultado es un índice que mide el potencial de cada país, ajustado al tamaño de su economía, para incentivar el establecimiento de empresas que comercialicen tecnologías limpias innovadoras en los siguientes 10 años.

A pesar de tener una fuerte cultura emprendedora y nuevos incentivos fiscales, México se encuentra debajo del promedio en la mayoría de los indicadores de innovación evaluados, situándose en el lugar 36 de 40, mientras que otros países latinoamericanos como Brasil y Argentina ocupan los lugares 25 y 32 respectivamente, señalan en el reporte. Este índice reconoce a Israel, Finlandia y los Estados Unidos como los países que proveen las mejores condiciones para impulsar nuevos emprendedores de tecnologías limpias.



Una de las causas expuestas para el rezago de México en materia de tecnologías limpias es que el financiamiento público y privado disponible es limitado y los vínculos entre la academia y el sector privado son restringidos. Las iniciativas para leyes secundarias a la reforma energética, en particular en el sector eléctrico, podrían detonar oportunidades para el desarrollo de tecnologías limpias a nivel nacional, incluyendo la creación o fortalecimiento de fondos para la investigación y desarrollo de energías renovables.
Omar Vidal, Director General de WWF en México dijo que “desde la publicación del primer Índice de Innovación en Tecnologías Limpias hace 2 años, se ha observado un incremento en el número de iniciativas tecnológicas que nos permitan disminuir nuestra huella ambiental en el planeta. Sin embargo, la tasa de crecimiento debe ser mucho más rápida si queremos enfrentar los retos del calentamiento global”.

Stefan Henningsson, Asesor Global en Innovación Climática para WWF, mencionó que “los emprendedores de tecnologías limpias pueden inspirar a legisladores, inversionistas e industriales a actuar proactivamente en una economía global.

El índice demuestra que un país puede beneficiarse tomando las siguientes medidas:

  • Adaptarse a una demanda creciente de energías renovables
  • Vincular a emprendedores con mercados nacionales e internacionales
  • Apoyar esfuerzos internacionales para la adopción generalizada de tecnologías limpias

“El papel que jueguen las reformas constitucionales será de suma importancia para establecer condiciones favorables que fortalezcan a emprendedores nacionales y mejoren nuestro desempeño en ecoinnovación, así como el fortalecimiento de capacidades institucionales e iniciativas de cooperación internacional para apoyarlos”, agregó.

Por DINERO EN IMAGEN
Nota do Blog (em Português): o Brasil de destaca em 25º lugar, sendo o 1º da América Latina.

UFRN: Abertas as inscrições para Mestrado e Doutorado em Ciências Climáticas



O Colegiado do Programa de Pós Graduação em Ciências Climáticas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - PPGCC/ UFRN gostaria de divulgar em sua instituição, a abertura do Processo Seletivo 2014-2 do Mestrado e do Doutorado em Ciências Climáticas. 

Informamos que já estão abertas as inscrições nos Processos Seletivos 2014-2 dos Cursos de Mestrado e de Doutorado em Ciências Climáticas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

Período de Inscrições - Até o dia 21/07/2014

As inscrições serão realizadas on-line no link:

Programa de Pós Graduação em Ciências Climáticas - PPGCC
Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
Tel: (84) 9167-6504        E-mail: ppgcc@ccet.ufrn.br