sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Record ozone hole may open over Arctic in the spring

By Eric Hand
Science  12 Feb 2016:
Vol. 351, Issue 6274, pp. 650
DOI: 10.1126/science.351.6274.650 

Summary
Antarctica isn't the only place with an ozone hole. Lingering atmospheric pollutants and frigid air have carved an unusually deep hole in Earth's protective ozone layer over the Arctic, and it threatens to get deeper this spring. Atmospheric scientists are analyzing data from weather balloons and satellites for clues to how the ozone will fare when sunlight—a third factor in ozone loss—returns to the Arctic. But they are already worrying about how extra ultraviolet light might affect humans and ecosystems below and wondering whether climate change will make such Arctic holes more common or severe. By next week, 25% of the Arctic ozone will be destroyed, scientists warn. But if the winds of the polar vortex persist in keeping the stratosphere cold for another month, ozone losses will become severe.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Previsão de tempo no Brasil pode melhorar nos próximos meses

Elton Alisson  |  Agência FAPESP – As previsões de eventos extremos de tempo e clima no Brasil, como chuvas intensas e períodos de seca causados pelo El Ninõ – o aquecimento anormal das águas superficiais e sub-superficiais do Oceano Pacífico Equatorial –, podem se tornar mais assertivas nos próximos meses.
O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a realizar este ano previsões de tempo em escala mundial (de um a sete dias) com um novo modelo atmosférico de circulação global.
Denominado BAM (Brazilian Global Atmospheric Model), o modelo foi desenvolvido totalmente no país ao longo dos últimos quatro anos por pesquisadores da Divisão de Modelagem e Desenvolvimento (DMD) do CPTEC-Inpe.
O BAM será a componente atmosférica do Modelo Brasileiro do Sistema Terrestre (BESM, na sigla em inglês), desenvolvido para projeções de mudanças climáticas, com apoio da FAPESP (leia mais).
O modelo deverá ser acoplado ao BESM este ano para ser usado não somente em projeções de mudanças climáticas, mas também para a previsão de clima sazonal (até três meses).
“Adquirimos muita experiência no desenvolvimento da dinâmica e de processos físicos em modelos atmosféricos globais e, como o modelo atmosférico anterior ao BAM usado pelo CPTEC que estava em operação desde 2010 não era mais adequado para resoluções espaciais menores ou iguais a 20 quilômetros, decidimos desenvolver um novo modelo mais adaptado para essas resoluções e às condições climáticas da América do Sul”, disse Silvio Nilo Figueroa, chefe da DMD do CPTEC-Inpe e integrante do projeto, à Agência FAPESP.
De acordo com Figueroa, uma das limitações dos modelos globais americanos, europeus e de outros centros mundiais de meteorologia é não representar muito bem duas forçantes (mudanças impostas no balanço de energia planetária que, tipicamente, causam alterações na temperatura global) que têm forte influência no tempo e clima da América do Sul: a forçante topográfica, associada aos Andes, e a forçante térmica, devido à liberação de calor latente das nuvens na Amazônia.
“A maioria dos modelos numéricos atmosféricos globais falha na representação da cordilheira dos Andes devido ao fato de que elas é muito estreita e sua altura varia abruptamente em poucos quilômetros de distância”, afirmou.
Esse problema matemático tem um impacto muito grande no transporte da umidade da Amazônia para o Sul e o Sudeste do país e, consequentemente, na previsão de tempo e de clima sazonal especialmente para estas duas regiões, explicou o pesquisador.
“Ao melhorar nosso modelo climático atmosférico global para representar melhor as regiões montanhosas da América do Sul e a formação das nuvens na Amazônia será possível melhorar as previsões de tempo e de clima sazonal no Brasil. Esse será nosso grande diferencial com relação a outros modelos globais e uma contribuição brasileira à comunidade cientifica internacional”, estimou Figueroa.
Segundo o pesquisador, com o BAM também será possível melhorar a representação de chuva na Amazônia.
Por meio de projetos que estão sendo realizados na Amazônia, como o Projeto Chuva e a campanha científica Green Ocean Amazon GOAmazon – ambos com apoio da FAPESP –, será possível ajustar o BAM para melhorar a representação da formação de nuvens na Amazônia, apontou.
“Com a melhoria da representação tanto da Amazônia como dos Andes no modelo será possível fazer previsões de tempo e de clima com melhor confiabilidade e qualidade para a região Sudeste”, avaliou.
Melhor resolução
Outro avanço apresentado pelo BAM, segundo Figueroa, será no aumento da resolução espacial com a qual as previsões de tempo e clima feitas pelo CPTEC passarão a ser processadas.
O modelo atmosférico de circulação global usado até então pela instituição – o AGCM3 – processava as previsões com resolução espacial de 45 quilômetros (km) e 64 camadas na vertical.
Já o BAM processa as previsões com resolução espacial de 20 km e 96 camadas na vertical.
O aumento da resolução espacial do modelo possibilita representar melhor a topografia, a dinâmica (equações do movimento da atmosfera) e a física (radiação, camada, limite, processos de superfície e microfísica) da América do Sul.
Além disso, realizará previsões de tempo com mais de dois dias de antecedência – algo que o modelo anterior não permitia, comparou Figueroa.
“O modelo antigo apresentava uma queda de desempenho a partir do segundo dia de previsão. Com o BAM conseguimos fazer previsões de tempo com mais dias de antecedência e maior nível de confiança”, afirmou.
O BAM ficou em modo experimental durante um ano e em fase pré-operacional nos últimos três meses.
Durante esse período, os pesquisadores fizeram uma avaliação de desempenho do modelo para previsão de chuva sobre a região Sudeste.
Os resultados da avaliação indicaram que as previsões feitas com o modelo apresentaram níveis de qualidade similares às geradas pelo modelo Global Forecast System (GFS), do National Center for Environmental Prediction (NCEP), dos Estados Unidos – considerado um dos melhores modelos em operação no mundo.
“O BAM conseguiu prever com vários dias de antecedência as fortes chuvas que ocorreram na região no mês passado causadas pela Zona de Convergência do Atlântico Sul [banda de nebulosidade que se estende desde o sul da região Amazônica até a região central do Atlântico Sul]”, disse Figueroa.
De acordo com o pesquisador, as previsões feitas pelo BAM abrangem grandes áreas do globo, da ordem de 20 quilômetros. Por isso, podem não capturar indícios de mudanças do tempo para uma região menor, da ordem de poucos quilômetros, como um município da região metropolitana de São Paulo.
Para realizar previsões de tempo para essas áreas menores os modelos mais indicados são os regionais, com resolução espacial entre 1 e 10 km, como o ETA e o BRAMS usados pelo CPTEC.
Os modelos globais como o BAM, contudo, servem aos modelos regionais como condições de contorno (informam as condições atmosféricas na divisa das regiões abrangidas pelos modelos regionais). Dessa forma, a qualidade das previsões dos modelos regionais depende também em parte da qualidade das condições atmosféricas previstas pelo modelo global, ponderou o pesquisador.
“São os modelos atmosféricos globais que fornecem a temperatura, o vento e outras variáveis nas bordas dos modelos regionais em intervalos de três a seis horas para que os modelos regionais consigam fazer previsões para um dia o mais dentro de suas respectivas áreas de domínio”, afirmou.
O BAM, por exemplo, fornecerá condições de contorno para os modelos regionais de um quilômetro que serão usados como forçante para previsões de ondas e correntes para a Baía de Guanabara durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, disse Figueroa.
Capacidade de computação
Segundo o pesquisador, o BAM está pronto para rodar com uma melhor resolução espacial, de 10 quilômetros. Uma das limitações para rodar o modelo com essa resolução, contudo, é a falta de capacidade computacional.
A capacidade computacional do supercomputador Tupã, adquirido no final de 2010 pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a FAPESP e instalado no CPTEC, já está no limite, de acordo com Figueroa (leia mais).
Um teste realizado pelos pesquisadores do CPTEC para avaliar o desempenho do atual supercomputador para processar o modelo BAM, adaptado a uma resolução espacial de 10 quilômetros, demonstrou que mesmo utilizando toda a capacidade de processamento do supercomputador Tupã, fazendo uso de seus 30 mil processadores ao longo de duas horas, foi possível gerar previsões para apenas 24 horas.
Com um computador novo 28 vezes mais potente, por exemplo, demoraria aproximadamente uma hora para fazer previsões até com sete dias de antecedência, comparam os pesquisadores.
Dessa forma, o atual supercomputador é incapaz de gerar previsões operacionais para até sete dias, sendo limitado também para realizar previsões de clima sazonal com alta resolução espacial, apontou Figueroa.
“O máximo que conseguimos com o Tupã hoje é rodar o BAM com resolução espacial de 20 quilômetros. Mas se tivéssemos maior capacidade computacional conseguiríamos rodar o modelo com resolução espacial de 10 quilômetros”, disse.
Já o BESM – do qual o BAM será uma das componentes principais, a atmosférica – está rodando hoje com resolução espacial de 180 quilômetros, aproximadamente.
O ideal, de acordo com o pesquisador, é que o modelo do sistema terrestre para mudanças climáticas e previsão sazonal rode com 100 quilômetros ou menos de resolução espacial.
“Quanto melhor a resolução espacial do modelo, melhor também é a capacidade de representar a topografia, como vales e montanhas, e o contraste entre mar e continente. Com resolução espacial de 180 estes contrastes não são bem definidos, e a praia pode parecer terra”, exemplificou Figueroa.
Segundo o pesquisador, hoje instituições como o NCEP, dos Estados Unidos, por exemplo, tem capacidade para rodar seu modelo global atmosférico de tempo a uma resolução espacial de 13 quilômetros, usando supercomputadores entre 30 e 50 vezes mais velozes que o Tupã – na ordem de PetaFlops ou 1015 operações de ponto flutuante por segundo.
“A tendência é que nos próximos cinco a sete anos os modelos globais estejam rodando com 1 a 2 quilômetros de resolução espacial. Aí não será mais necessário usar modelos regionais, porque a topografia de uma região, como o Vale do Paraíba, estará muito bem representada nos modelos globais”, estimou Figueroa.
A ideia é que o BAM represente o início do desenvolvimento da futura geração do modelo global atmosférico do CPTEC-Inpe, em que o mesmo modelo será usado para a previsão de tempo global, com resolução menor de 5 km, e para clima sazonal e mudanças climáticas, com resoluções da ordem de 10 a 25 km, afirmou o pesquisador.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

It's cold! Is global warming over?

The winter of 2010 was very cold in many parts of the U.S. And no doubt, more harsh winters are in the future.

That's weather for you.

So, what’s up with that? Is global warming slowing down? Or going backwards?

We wish that were true! But no. Many conditions affect weather. It so happens that during winter 2010, one of those conditions was a bit unusual.

The condition is the “Arctic Oscillation.”



Two drawings of Earth, one on left showing arrows around Arctic area and regions of coldest weather and storms.
The positive phase (left) has higher air pressure in the mid-latitudes than in the Arctic, making for a milder winter for the U.S. The negative phase (right) has higher air pressure over the Arctic, pushing very cold, wet air into the U.S.

Here’s what that means. Air moves from one place to another around the world because of air pressure. In some places, the air is thicker, or more dense, than in other places. We say the air pressure is higher. Air moves from areas of higher pressure to areas of lower pressure. That is wind!

The Arctic Oscillation is the movement of air back and forth between the North Pole area and the areas farther south—like down to the middle of the U.S. Sometimes the air pressure is higher in the south so the warmer air pushes north, and keeps the really cold Arctic air in the Arctic. This is called the “positive phase” of the Arctic Oscillation. Other times the air pressure is higher in the Arctic so the cold air moves south. This is called the “negative phase.” The Arctic Oscillation is a little more complicated, but this is basically how it works.

Drawing. Two circles, one on left represents are of high pressure, with arrow moving right to circle representing low pressure area.
Air in the atmosphere moves from regions of higher pressure to regions of lower pressure. This air movement is called wind.


In 2010, the Arctic Oscillation was in an extreme negative phase. That means high-pressure air over the Arctic was pushing the cold, wet air south and giving most of the U.S., Europe, and Asia a really cold, wet, and snowy winter. Yes, the far away Arctic affects our local weather.
Scientists say severe winter weather like we had in 2010 is still to be expected from time to time. That kind of weather happens even while man-made greenhouse gases build up in the atmosphere creating a long-term warming trend for the planet. When we look into our future, we definitely see a warmer world.
But don’t lose the long underwear. Frigid weather will still sometimes test our toughness. The trip to a warmer world (climate change) will have plenty of extreme hot and cold weather.

Source: NASA'S Climate Kids



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

WHO: What is #Zika?

WHO ‏@WHO

Q: What is #Zika?
A: http://goo.gl/3eVnul
#ZikaVirus

Zika virus disease: Questions and answers

Online Q&A
20 January 2016

Where does Zika virus occur?

Zika virus occurs in tropical areas with large mosquito populations, and is known to circulate in Africa, the Americas, Southern Asia and Western Pacific.

Zika virus was discovered in 1947, but for many years only sporadic human cases were detected in Africa and Southern Asia. In 2007, the first documented outbreak of Zika virus disease occurred in the Pacific. Since 2013, cases and outbreaks of the disease have been reported from the Western Pacific, the Americas and Africa. Given the expansion of environments where mosquitoes can live and breed, facilitated by urbanisation and globalisation, there is potential for major urban epidemics of Zika virus disease to occur globally.

How do people catch Zika virus?

People catch Zika virus by being bitten by an infected Aedes mosquito – the same type of mosquito that spreads dengue, chikungunya and yellow fever.

How does Aedes mosquito reproduce?

Only female mosquitoes bite; they are intermittent feeders and prefer to bite more than one person. Once the female mosquito is fully fed, it needs to rest 3 days before it lays eggs. The eggs can survive up to 1 year without water. Once water is available, and small quantities of standing water are sufficient, the eggs develop into larvae and then adult mosquitoes. Mosquitoes get infected from people with the virus.

Where can the Aedes mosquito survive?

There are 2 types of Aedes mosquito capable of transmitting the Zika virus. In most cases, Zika spreads through the Aedes aegypti mosquito in tropical and subtropical regions. The Aedes aegypti mosquito does not survive in cooler climate temperatures. The Aedes albopictus mosquito can also transmit the virus. This mosquito can hibernate and survive cooler temperature regions.

Can the Aedes mosquito travel from country to country and region to region?

The Aedes mosquito is a weak flyer; it cannot fly more than 400 meters. But it may inadvertently be transported by humans from one place to another (e.g. in the back of the car, plants). If it can survive the temperature climate of the destination, it may theoretically be capable of reproducing itself there and introduce Zika virus to new areas.

What are the symptoms of Zika virus disease?

Zika virus usually causes mild illness; with symptoms appearing a few days after a person is bitten by an infected mosquito. Most people with Zika virus disease will get a slight fever and rash. Others may also get conjunctivitis, muscle and joint pain, and feel tired. The symptoms usually finish in 2 to 7 days.

What might be the potential complications of Zika virus?

Because no large outbreaks of Zika virus were recorded before 2007, little is currently known about the complications of the disease.

During the first outbreak of Zika from 2013 - 2014 in French Polynesia, which also coincided with an ongoing outbreak of dengue, national health authorities reported an unusual increase in Guillain-Barré syndrome. Retrospective investigations into this effect are ongoing, including the potential role of Zika virus and other possible factors. A similar observation of increased Guillain-Barré syndrome was also made in 2015 in the context of the first Zika virus outbreak in Brazil.

In 2015, local health authorities in Brazil also observed an increase in babies born with microcephaly at the same time of an outbreak of Zika virus. Health authorities and agencies are now investigating the potential connection between microcephaly and Zika virus, in addition to other possible causes. However more investigation and research is needed before we will be able to better understand any possible link.

Guillain-Barré syndrome is a condition in which the body’s immune system attacks part of the nervous system. It can be caused by a number of viruses and can affect people of any age. Exactly what triggers the syndrome is not known. The main symptoms include muscular weakness and tingling in the arms and legs. Severe complications can occur if the respiratory muscles are affected, requiring hospitalisation. Most people affected by Guillain-Barré syndrome will recover, although some may continue to experience effects such as weakness.

Should pregnant women be concerned about Zika?

Health authorities are currently investigating a potential link between Zika virus in pregnant women and microcephaly in their babies. Until more is known, women who are pregnant or planning to become pregnant should take extra care to protect themselves from mosquito bites.

If you are pregnant and suspect that you may have Zika virus disease, consult your doctor for close monitoring during your pregnancy.

What is microcephaly?

Microcephaly is a rare condition where a baby has an abnormally small head. This is due to abnormal brain development of the baby in the womb or during infancy. Babies and children with microcephaly often have challenges with their brain development as they grow older.

Microcephaly can be caused by a variety of environmental and genetic factors such as Downs syndrome; exposure to drugs, alcohol or other toxins in the womb; and rubella infection during pregnancy.

How is Zika virus disease treated?

The symptoms of Zika virus disease can be treated with common pain and fever medicines, rest and plenty of water. If symptoms worsen, people should seek medical advice. There is currently no cure or vaccine for the disease itself.

How is Zika virus disease diagnosed?

For most people diagnosed with Zika virus disease, diagnosis is based on their symptoms and recent history (e.g. mosquito bites, or travel to an area where Zika virus is known to be present). A laboratory can confirm the diagnosis by blood tests.

What can I do to protect myself?

The best protection from Zika virus is preventing mosquito bites. Preventing mosquito bites will protect people from Zika virus, as well as other diseases that are transmitted by mosquitoes such as dengue, chikungunya and yellow fever.

This can be done by using insect repellent; wearing clothes (preferably light-coloured) that cover as much of the body as possible; using physical barriers such as screens, closed doors and windows; and sleeping under mosquito nets. It is also important to empty, clean or cover containers that can hold even small amounts of water such as buckets, flower pots or tyres, so that places where mosquitoes can breed are removed.

Should I avoid travelling to areas where Zika virus is occurring?

Travellers should stay informed about Zika virus and other mosquito-borne diseases and consult their local health or travel authorities if they are concerned.

To protect against Zika virus and other mosquito-borne diseases, everyone should avoid being bitten by mosquitoes by taking the measures described above. Women who are pregnant or planning to become pregnant should follow this advice, and may also consult their local health authorities if travelling to an area with an ongoing Zika virus outbreak.

Based on available evidence, WHO is not recommending any travel or trade restrictions related to Zika virus disease. As a precautionary measure, some national governments have made public health and travel recommendations to their own populations, based on their assessments of the available evidence and local risk factors.

Can El Niňo have an effect on Zika?

The Aedes aegypti mosquito breeds in standing water. Severe drought, flooding, heavy rains and temperature rises are all known effects of El Niño—a warming of the central to eastern tropical Pacific Ocean. An increase in mosquitos can be expected due to expanding and favourable breeding sites. Steps can be taken to prevent and reduce the health effects of El Niño, in particular by reducing the mosquito populations that spread Zika virus. WHO and partners are working together to provide support to ministries of health to:

increase preparedness and response to El Niño;
strengthen any action that helps control mosquito populations such as source reduction measures targeting main mosquito breeding spots, distribution of larvicide (insecticide that is specifically targeted against the larval life stage of the Aedes mosquito) to treat standing water sites that cannot be treated in other ways (cleaning, emptying, covering), etc.;
strengthen vector surveillance (e.g. how many breeding sites in an area, percentage of sites reduced) and
monitor the impact of actions to control the mosquito populations.

Individual households can also help reduce mosquito populations. Containers that can hold even small amounts of clear water such as buckets, flower pots or used tyres should be emptied, cleaned or covered so that mosquitoes cannot use them to breed (including during severe drought).

What gaps do we have in our understanding of Zika virus?

Key issues to be addressed in our understanding of Zika virus disease include:

Epidemiological characteristics of the virus, e.g. its incubation period, the role mosquitoes play in transmitting the virus and its geographical spread.
Potential medical countermeasures (including treatments and vaccines) that can be developed.
How Zika virus interacts with other arboviruses (viruses that are transmitted by mosquitoes, ticks and other arthropods) such as dengue.
Development of more specific laboratory diagnostic tests for Zika virus that can reduce misdiagnosis that may occur due to the presence of dengue or other viruses in a test sample.

What is WHO doing?

WHO is working with countries to:

Define and prioritize research into Zika virus disease by convening experts and partners.
Enhance surveillance of Zika virus and potential complications.
Strengthen capacity in risk communication to help countries meet their commitments under the International Health Regulations.
Provide training on clinical management, diagnosis and vector control including through a number of WHO Collaborating Centres.
Strengthen the capacity of laboratories to detect the virus.
Support health authorities to implement vector control strategies aimed at reducing Aedes mosquito populations such as providing larvicide to treat standing water sites that cannot be treated in other ways, such as cleaning, emptying, and covering them.
Prepare recommendations for clinical care and follow-up of people with Zika virus, in collaboration with experts and other health agencies.
 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Climate Change Could Tell Us Where the Zika Virus Will Spread Next

Warming temperatures and extreme weather are making more of the world breeding grounds for the mosquitoes that carry the disease.
Larvae of the Aedes aegypti mosquito, which transmits the Zika virus, as seen in a lab in Brazil on Jan. 26. (Photo: Mario Tama/Getty Images)



It sounds like the plot for a horror movie: A virus with subtle, easily overlooked symptoms (cough, fever, rash) that has the potential to cause serious birth defects and long-term neurological problems is carried by a tiny mosquito that’s rapidly spreading throughout the world.

Global travel and climate change are creating conditions perfectly designed to increase that mosquito’s breeding potential and lengthen its biting season, leading scientists to use the term “pandemic” to describe the Zika virus’ potential for destruction. On Thursday, the director of the World Health Organization warned that the virus is “spreading explosively” in the Americas.

“There are two things most surprising about Zika,” said Peter Hotez, dean of the National School of Tropical Medicine at Baylor University in Houston. “First is the rapid spread—it’s alarming how quickly it’s going across all the Caribbean into Central America and Mexico.” There’s also concern about the virus’ potential spread to Southern Europe.

Second, said Hotez, is the “vertical transmission from mother to child—we haven’t seen that before with one of these arboviruses.” While scientists are still trying to pinpoint causality, there has been a shocking spike in cases of microcephaly—a central nervous system deformity causing an abnormally small head and brain—among babies born to mothers in Brazil, where Zika has infected as many as 1.5 million people in the past year.

In just the week ending Jan. 16, Brazilian health officials announced that 363 babies had been born with Zika-linked microcephaly, and on Wednesday they said there were 287 new suspected cases in the week ending Jan. 23. There have been a total of 4,180 cases of Zika-associated microcephaly since October, when the country instituted mandatory reporting. A spike in microcephaly had previously been noted in French Polynesia, tied to a Zika outbreak there.

Both outbreaks have also been linked to an increase in the incidence of Guillain-Barré syndrome, a little-understood autoimmune disease in which the body attacks its own central nervous system, causing long-term neurological consequences, including paralysis.

Named for a forest in Uganda where researchers first identified the virus in monkeys in 1947, Zika has only in the past eight months been considered a threat beyond a narrow slice of equatorial Africa and Asia where it appeared to be safely contained for decades.


To read more go to takepart

by Melanie Haiken a San Francisco Bay Area–based health, science, and travel writer who contributes regularly to Forbes.com and numerous national magazines.

Climate Change Basics

The video offers a simple and easy-to-understand overview of climate change. It poses basic questions such as 'What is it?' and 'How will it effect us?' and effectively answers those questions.

U.S. Environmental Protection Agency (EPA)
Video length is 2:47 min.
 
 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ambientalistas protestam contra revogação de regras sobre restauração florestal

A resolução derrubada está sendo revista, agora com a participação da Secretaria de Agricultura. Os ambientalistas também resolveram pressionar o governo e garantir que pontos importantes para a manutenção das florestas de São Paulo não se percam
Organizações ambientalistas enviaram carta aberta ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em protesto contra a revogação das regras para a regularização ambiental no Estado. Segundo os ambientalistas, a revogação das normas pode comprometer a recuperação das florestas de São Paulo.
No dia 12 de janeiro, a Secretaria de Meio Ambiente publicou a resolução SMA nº4, que detalhava as regras do Programa de Regularização Ambiental (PRA), criado no dia anterior (11) pelo governador. Após receber críticas dos ruralistas, a secretaria voltou atrás e revogou a norma.
O documento explicitava as ações que os proprietários rurais que desmataram ilegalmente deveriam fazer para regularizar a situação junto ao órgão ambiental. O Código Florestal determina que cada proprietário rural precisa preservar uma parte de suas terras. Essa parte preservada fica sendo a reserva legal. Quem desmatou essa parte fica em débito com o órgão ambiental e precisa reflorestar na própria terra ou em outra área. Os ruralistas lutam para poder compensar o desmatamento fora do estado de São Paulo. A Secretaria pensou num meio termo e permitiu a compensação fora dos domínios paulistas, desde que numa bacia hidrográfica que atendesse o estado. Mesmo assim, a resolução não foi bem aceita e o governo, pressionado, voltou atrás.
A resolução derrubada está sendo revista, agora com a participação da Secretaria de Agricultura. Os ambientalistas também resolveram pressionar o governo e garantir que pontos importantes para a manutenção das florestas de São Paulo não se percam.
“Ignorar a importância de conservar e recuperar a vegetação nativa para produção de água no Estado é condenar mais de 20 milhões de pessoas à incerteza quanto à disponibilidade de água potável. Deixar a Reserva Legal sair do Estado sem considerar a necessidade de aumentar a infraestrutura verde para produção de água e abdicar da oportunidade de desenvolver a economia da restauração florestal é impensável”, afirma Aurelio Padovezi, gerente de programas de florestas e água do WRI Brasil e vice-coordenador do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica.
Na carta, assinada pelo Imaflora, Instituto Ekos Brasil, Iniciativa Verde, SOS Mata Atlântica, WRI, Observatório do Código Florestal, Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e Rede de ONGs da Mata Atlântica, as entidades defendem que o governador defina critérios específicos para dispensa de recomposição, compensação ou regeneração de desmatamento em margens de rios, nascentes e topos de morros (Áreas de Proteção Permanente) e de Reservas Legais.
Leia na íntegra.
O Eco - via JC online

Fundo Clima tem 203 projetos em execução

Relatório anual será divulgado em fevereiro, com R$ 654,7 milhões destinados a reduzir emissões e apoiar ações de adaptação

O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima apresentará, no dia 3 de fevereiro de 2016, na reunião de seu comitê gestor, o relatório sobre as atividades de 2015. A instituição, que começou a operar em 2011, fechou o ano com 203 projetos em execução, R$ 371,7 milhões já aplicados, além de R$ 200 milhões que estão disponíveis para geração de energia solar e outros R$ 83 milhões para projetos que se encontram em análise.
“Entre os projetos já contratados, estão 13 propostos por empresas que tomaram financiamento com o total de R$ 276,7 milhões reembolsáveis, e 190 projetos que foram apoiados com R$ 95 milhões não-reembolsáveis; recursos distribuídos em todo o país”, relata o gerente do Fundo Clima, Marcos Del Prette.
As verbas são provenientes do orçamento do MMA. O dinheiro destinado a projetos reembolsáveis é repassado ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o destinado aos não-reembolsáveis é executado pelo próprio Ministério.
Projetos
Os financiamentos reembolsáveis foram destinados a grandes empreendimentos, como geração de energia de biogás em aterros sanitários, usina de triagem mecanizada de resíduos sólidos e implantação de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), por exemplo.
Entre os financiamentos reembolsáveis, além dos R$ 276,7 já executados, o Fundo Clima tem reservados R$ 200 milhões que serão investidos em energia solar, destinados às empresas que estão em processo de habilitação para a execução de propostas vencedoras em leilão realizado em outubro de 2014. Tem ainda outros R$ 83 destinados a projetos que se encontram em análise.
Os projetos não-reembolsáveis são desenvolvidos por instituições públicas federais, estaduais e municipais, além de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos. Foram investidos recursos em ações como assistência técnica e manejo florestal, recuperação de áreas de preservação permanente, combate à desertificação, energia solar, implantação de infraestrutura de monitoramento para gestão de riscos dos impactos das mudanças climáticas e vulnerabilidade costeira.
Impactos
Del Prette afirma que aproximadamente 40% dos projetos financiados com recursos não-reembolsáveis já foram concluídos. “Este foi um período de estruturação e de testes do Fundo do Clima. Queremos no futuro não apenas avaliar esse tipo de resultado, mas também pretendemos avaliar os impactos na redução das emissões de gases de efeito estufa que resultaram da execução desses projetos. Mas precisamos aguardar, para que as ações executadas tenham tempo de produzir resultados mensuráveis”.
O gerente informa, ainda, que o Fundo Clima está em fase de avaliação externa, e que para isso foi contratada uma instituição – a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), que faz parte da Organização das Nações Unidas (ONU) – cujo trabalho deve ser concluído neste semestre.
Saiba mais: Fundo Clima
Criado pela Lei 12.114/2009 e regulamentado pelo Decreto 7.343/2010, o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima é um instrumento da Política Nacional sobre Mudança do Clima, instituída pela Lei 12.187/2009. A finalidade é financiar projetos, estudos e empreendimentos para a redução dos impactos e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.
O Fundo Clima é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e disponibiliza recursos reembolsáveis e não-reembolsáveis, que são administrados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Os recursos não-reembolsáveis são operados pelo MMA.
Ascom/MMA

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

68ª Reunião Anual da SBPC: Sustentabilidade e tecnologias para a integração social

Agência FAPESP – Estão abertas as inscrições para a 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que será realizada de 3 a 9 de julho de 2016 em Porto Seguro, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), com o tema “Sustentabilidade e tecnologias para a integração social”.
O prazo para inscrições com submissão de resumos vai até o dia 22 de março, ou enquanto houver vagas. Para aqueles que não desejarem apresentar trabalhos, as inscrições podem ser feitas até 21 de junho.
Todos os resumos aprovados serão incluídos na programação da Sessão de Pôsteres, destinada à apresentação de pesquisas científicas e tecnológicas; experiências e/ou práticas de ensino-aprendizagem; e relatos de casos ou experiências.
Podem ser submetidos trabalhos em todas as áreas do conhecimento, por estudantes de graduação ou pós-graduação, docentes de ensino superior, pesquisadores e outros profissionais, estudantes e professores da educação básica ou ensino profissionalizante.
Na edição de 2016, o evento terá um limite de 2.800 pôsteres. Se esse limite for atingido antes da data final do prazo, as inscrições serão encerradas, inclusive para as instituições que objetivam participar da Jornada Nacional de Iniciação Científica.
A programação da 68ª Reunião Anual da SBPC será divulgada a partir de junho no site do evento.
Mais informações: www.sbpcnet.org.br/portoseguro/home/index.php

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Pesquisa da UFRN avalia água e estuda transmissão de doenças no semiárido

Os resultados indicam que a gestão inadequada de recursos hídricos pode ser o principal entrave para a conservação e uso sustentável dos mananciais disponíveis no semiárido brasileiro


Estudos realizados nos principais reservatórios da região semiárida do Rio Grande do Norte revelaram sérios problemas de qualidade de água, incluindo a contaminação por metais. Os resultados indicam que a gestão inadequada de recursos hídricos pode ser o principal entrave para a conservação e uso sustentável dos mananciais disponíveis no semiárido brasileiro.
“Observa-se que nesses locais a necessidade de preservação dos recursos hídricos se torna mais eminente e medidas eficazes, sejam tecnológicas ou educacionais, precisam ser implementadas para incentivar a conservação dos corpos d’água”, analisa a pesquisadora Viviane Souza do Amaral, do Departamento de Biologia Celular e Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
A pesquisadora estuda a influência do fenômeno da radiação natural na saúde das populações que vivem nas áreas de riscos. O problema se agrava quando há a escassez de recursos hídricos, uma vez que potencializa a concentração de metais, oriundos do processo de decaimento de urânio, presente nos afloramentos rochosos, e provenientes também das atividades antrópicas, como esgoto e agricultura.
Lajes Pintadas
A pesquisa realizada pela professora Viviane Amaral mostra problemas enfrentados no município de Lajes Pintadas, situado na mesorregião do agreste do Rio Grande do Norte, a 135 quilômetros de Natal. Com uma população de 4.614 habitantes, a cidade é abastecida pelo açude público construído no ano de 1953 e pela adutora Monsenhor Expedito.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2010, Lajes Pintadas apresentou 415,2 casos de câncer num total de 4.614 habitantes, um número superior ao registrado na capital do estado que foi de 353,5 novos casos (806.203 habitantes). No município, existem afloramentos rochosos com a presença de ionizantes naturais que liberam o gás radônio e, consequentemente, o chumbo para o ambiente.
Os tipos de câncer mais comuns no município são os de orofaringe, estômago e pulmão. A alta incidência de casos de neoplasias na população de Lajes Pintadas pode estar associada à exposição à radiação natural e seus subprodutos como o radônio e os metais pesados, de acordo com a pesquisa.
“Os efeitos da exposição à radiação natural são amplificados pela diminuição da disponibilidade hídrica gerada pelos processos de seca, uma vez que possibilita a concentração desses produtos no açude”, destaca Viviane Amaral.
Os estudos identificaram um aumento na frequência de mutações cromossômicas em organismos indicadores expostos às águas do açude de Lajes Pintadas. Além disso, foram registrados altos índices de radiação em 26 pontos distribuídos ao longo do açude e uma alta concentração de metais, em especial o chumbo. Os valores foram significativamente maiores em períodos de escassez hídrica.
Radiação
Segundo a Agência Internacional de Energia Atómica-AIEA (2007), o Brasil possui uma das maiores reservas mundial de urânio, possuindo a sétima maior reserva geológica com cerca de 310.000t de U3O8, ficando atrás dos Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Rússia, Cazaquistão e Austrália os quais possuem uma reserva com volume em torno de 1.462.000t.
O urânio é o elemento químico mais pesado de ocorrência natural. Geralmente encontra-se disponível no interior da crosta terrestre, no entanto, processos naturais e antrópicos contribuem para a sua redistribuição em todo o meio ambiente. Com isso, há uma ampla distribuição deste metal em praticamente todos os compartimentos ambientais (rochas, solos, águas superficiais e subterrâneas, ar, plantas e animais).
Um dos isótopos formados na cadeia de decaimento do urânio é um gás inerte radioativo, o radônio. Este, por se tratar de um gás, tem como sua principal via de absorção o sistema respiratório. Pelo fato desse gás ser liberado por rochas e solos que contenham urânio, a contaminação através da exposição natural ao radônio é um fato de preocupação mundial. Segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), e o Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos (USNTP) o radônio é um agente carcinogênico humano, e quando ao inalar um átomo de radônio, ele pode se desintegrar dentro dos pulmões.
O chumbo inorgânico tem sido recentemente recategorizado pela IARC a grupo 2A como provável carcinogênico humano, portanto sua presença poderia influenciar positivamente na ocorrência de câncer pela exposição a radônio ao longo da vida.
“Níveis elevados de chumbo no sangue têm efeitos conhecidos relacionados com disfunção cognitiva, distúrbios neurocomportamentais, danos neurológicos, hipertensão e insuficiência renal. Os efeitos, relacionados à exposição ao chumbo, são distintos quando comparados em adultos e crianças. Tal fato pode ser explicado devido à suscetibilidade que o organismo apresenta no período da infância, principalmente no que diz respeito ao sistema nervoso, o qual se encontra ainda em formação”, explica a professora Viviane Amaral.
De acordo com a pesquisadora, inúmeros estudos revelam que a presença de chumbo no sangue de crianças acima de 5 ug% causam alterações no sistema nervoso infantil, originando problemas nas funções cognitivas, distúrbios de comportamento, baixo rendimento escolar, diminuição da capacidade visual, dentre outros.
“O processo de decaimento do urânio somado as condições climáticas desfavoráveis, torna-se uma preocupação no âmbito toxicológico devido aos diferentes efeitos em consequência da contaminação por radônio e chumbo amplificada pela escassez hídrica. Nosso projeto propõe realizar uma avaliação do risco carcinogênico e não carcinogênico na população exposta naturalmente à radônio e ao chumbo no município de Lajes Pintadas”, explica Viviane Amaral.

(Assessoria de Imprensa – Centro de Biociências – UFRN)