quinta-feira, 23 de junho de 2016

Educação em Mudanças Climáticas.



Prezado(a) FRANCISCO ALEXANDRE DA COSTA,

Uma nova DEFESA DE DOUTORADO foi registrada no SIGAA para o PROGRAMA DE POS-GRADUACAO EM CIENCIAS CLIMATICAS.

As informações do trabalho em questão são:

DISCENTE: CARLOS MAGNO LIMA FERNANDES E SILVA
DATA: 15/07/2016
HORA: 15:00
LOCAL: Auditório do Departamento de Física
TÍTULO:
Educação em Mudanças Climoambientais

MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1174332 - FRANCISCO ALEXANDRE DA COSTA
Interno - 348011 - GILVAN LUIZ BORBA
Externo ao Programa - 2235 - FERNANDO MOREIRA DA SILVA
Externo à Instituição - JOSÉ ESPÍNOLA SOBRINHO - UFERSA
Externo à Instituição - WYLLYS ABEL FARKATT TABOSA - IFRN









sábado, 11 de junho de 2016

Comissão de Mudanças Climáticas discutirá potencial de produção de energias renováveis

A discussão acontecerá na próxima quarta-feira (15)

O potencial brasileiro em produção de energias renováveis não hidráulicas será tema de debate na Comissão Mista de Mudanças Climáticas na quarta-feira (15). Aumentar a produção e o uso de energias renováveis faz parte do compromisso assumido pelo Brasil na 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, a COP 21, onde foi assinado o Acordo de Paris, que vigorará a partir de 2020.
No campo energético, uma das metas brasileiras é alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na matriz energética em 2030, a partir da expansão do uso de fontes renováveis. Por isso, a comissão incluiu a questão entre os temas a serem analisados em audiências públicas.
Foram convidados para o debate o coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace, Ricardo Baitelo; o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa e Energia Renovável (Abib), Celso Marcelo de Oliveira, e a presidente da Associação Brasileira das Empresas de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Silva Gannoum.
A audiência será realizada em caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Para participar com comentários ou perguntas, basta acessar o Portal e-Cidadania ou ligar para o Alô Senado, no número-0800612211.
A reunião terá início às 14h30, na sala 9 da Ala Alexandre Costa.
Agência Senado

quinta-feira, 9 de junho de 2016

USP abrirá inscrições para pós em Mudanças Climáticas e suas Interdisciplinaridades

Agência FAPESP – O Núcleo de Apoio à Pesquisa em Mudanças Climáticas (NapMC – Incline), da Universidade de São Paulo (USP), inicia em 1º de julho o processo de matrículas na disciplina de Pós-Graduação Mudanças Climáticas e suas Interdisciplinaridades.
O objetivo do curso é desenvolver conhecimentos gerais e interdisciplinares sobre aspectos relacionados às Mudanças Climáticas e suas implicações no clima passado, presente e futuro.
A disciplina será ministrada no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro. A carga horária será de 60 horas ao longo das duas semanas, com aulas de segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h.
As matrículas são gratuitas e abertas a todos os alunos de Pós-Graduação da USP e também a interessados de instituições externas. Os alunos regulares deverão matricular-se entre 1º e 10 de julho pelo Sistema Janus. Alunos não regulares têm prazo até 15 de julho para fazer a matrícula pelo e-mail cpgiag@usp.br.
O curso abordará os temas Paleoclima, balanço de energia na atmosfera, biometeorologia humana, Introdução à oceanografia descritiva de importância para as mudanças e variabilidade do clima, entre outros. Para mais informações acesse o site: http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Climate Science: An Invitation for Physicists

Climate science is rooted in physics and in many of the methods used by physicists. Although it’s a cliché to say that the practice of science changed dramatically with the advent of the digital age, computers have had an enormous impact on the growth and evolution of climate science. Before computing, progress in explaining observations or making predictions in the physical sciences, including climate science [1], was made using pencil and paper calculations. Computers changed this completely.
There are currently two main approaches to climate theory: numerical simulations, which use large-scale general circulation models of the atmosphere and/or oceans, and idealized models—a physicist’s bread and butter—which are generally geared towards understanding the behavior of a key physical phenomenon within the larger climate system [2]. Simulations of the climate operate like enormous coarse-grained weather forecasts; the global climate is represented by the output from a computational approximation of all of the known physics. In contrast, idealized models focus on individual subsystems of the climate, such as El Niño [3] or Arctic sea ice [4]. Breaking down the problem in this way facilitates mathematical analysis of the processes involved and their observational manifestations. There is a vast gulf, both conceptually and in terms of space and time scales, between simulations and idealized models. Attempts to reconcile them will have to focus on the problem of scales, a task well suited to physicists: The challenge of scale separation in both condensed matter and particle physics led to the development of the renormalization group, unifying concepts in previously disparate fields [5]. Renormalization group concepts and methods have been successfully applied to fluid dynamics problems [6,7], which are central to climate dynamics.
Climate science gave birth to one of the most far-reaching branches of mathematics: chaos theory. Meteorologist Edward Lorenz uncovered chaos theory when developing an idealized model of thermal convection, similar to that which occurs when water is heated on a stove [8]. Some 50 years later, almost every physicist has heard of chaos, and ideas and concepts based on the theory have lengthy tendrils that extend throughout many branches of science [9]. In this sense, climate science is indeed basic science. By considering idealized models motivated by specific climate problems, could other discoveries akin to chaos be made? We know that approaches from statistical mechanics normally used to describe microscopic systems can be applied to large-scale geophysical systems, such as planetary flows, rain, and sea ice thickness [10–12]. What other concepts could shed light on idealized models and inform our thinking about geophysical flows? Lorenz advocated that examining the statistics of a flow could provide more insight into the phenomena than calculating only the flow field itself [13]. His idealizations continue to push our thinking in many new directions [14–16].
Data analysis is another important area where mainstream physics and climate science can connect. Experimental high-energy physicists, for example, are experts in locating small signals in large quantities of data so that they can correctly interpret particle collision events [17]. Could climate scientists examining data from sediment or ice cores learn from the theoretical and data analysis methodologies particle physicists use? In turn, could physicists in general learn from the methodologies employed in climate research [18–22]?
Physicists have successfully addressed a wide swath of science and engineering problems using myriad methods. Many of these applications have motivated the invention of entirely new approaches. Climate science offers many exciting opportunities for physicists with broad interests. The field is as interdisciplinary as, for example, soft matter [23], with practitioners spanning nearly all science and engineering departments. The problems are rich and vast; they range from figuring out how to approach challenges like turbulence and multiscale phenomena [24–26] to embracing the analysis of wide ranging climate proxy data [27–29]. New ideas will emerge from perspectives that come from the range of approaches used across all areas of physics. Not only will this help scientists better understand the climate, but what they learn will, as shown by the legacy of chaos theory, impact fields far beyond climate science.
J.S. Wettlaufer
Yale University, New Haven, Connecticut 06520-8109, USA
Mathematical Institute, University of Oxford, Oxford OX2 6GG, United Kingdom
Nordita, Royal Institute of Technology and Stockholm University, SE-10691 Stockholm, Sweden
REFERENCES
[1] Geophysical fluid dynamics summer program: Woods Hole Oceanographic Institution, (c.f., Program History) (2016) .
[2] I. M. Held, The gap between simulation and understanding in climate modeling, Bull. Am. Meteorol. Soc. 86, 1609 (2005).
[3] E. Tziperman, H. Scher, S. E. Zebiak, and M. A. Cane, Controlling Spatiotemporal Chaos in a Realistic El Nino Prediction Model, Phys. Rev. Lett. 79, 1034 (1997).
[4] W. Moon and J. S. Wettlaufer, A stochastic perturbation theory for non-autonomous systems, J. Math. Phys. (N.Y.) 54, 123303 (2013).
[5] L. P. Kadanoff, Innovations in statistical physics, Annu. Rev. Condens. Matter Phys. 6, 1 (2015).
[6] N. Goldenfeld, Lectures on Phase Transitions and the Renormalization Group (Addison-Wesley, Reading, MA, 1992).
[7] G. I. Barenblatt, Scaling, Self-Similarity, and Intermediate Asymptotics: Dimensional Analysis and Intermediate Asymptotics (Cambridge University Press, Cambridge, England, 1996).
[8] E. N. Lorenz, Deterministic nonperiodic flow, J. Atmos. Sci. 20, 130 (1963).
[9] J. Gleick, Chaos: Making a New Science (Viking, New York, NY, 1987).
[10] A. Venaille and F. Bouchet, Statistical Ensemble Inequivalence and Bicritical Points for Two-Dimensional Flows and Geophysical Flows, Phys. Rev. Lett. 102, 104501 (2009).
[11] M. Wilkinson, Large Deviation Analysis of Rapid Onset of Rain Showers, Phys. Rev. Lett. 116, 018501 (2016).
[12] S. Toppaladoddi and J. S. Wettlaufer, Theory of the Sea Ice Thickness Distribution, Phys. Rev. Lett. 115, 148501 (2015).
[13] J. B. Marston, Looking for new problems to solve? Consider the climate, Physics 4, 20 (2011).
[14] H. M. Arnold, I. M. Moroz, and T. N. Palmer, Stochastic parametrizations and model uncertainty in the Lorenz 96 system, Phil. Trans. R. Soc. A 371, 20110479 (2013).
[15] A. N. Souza and C. R. Doering, Maximal transport in the Lorenz equations, Phys. Lett. A 379, 518 (2015).
[16] S. Agarwal and J. S. Wettlaufer, Maximal stochastic transport in the Lorenz equations, Phys. Lett. A 380, 142 (2016).
[17] G. J. Feldman and R. D. Cousins, Unified approach to the classical statistical analysis of small signals, Phys. Rev. D 57, 3873 (1998).
[18] J. Pedlosky, Geophysical Fluid Dynamics (Springer, New York, NY, 1992).
[19] A. J. Majda and X. Wang, Nonlinear Dynamics and Statistical Theories for Basic Geophysical Flows (Cambridge University Press, Cambridge, England, 2006).
[20] R. T. Pierrhumbert, Principles of Planetary Climate (Cambridge University Press, Cambridge, England, 2010).
[21] H. Dijkstra, Nonlinear Climate Dynamics (Cambridge University Press, Cambridge, England, 2013).
[22] C. Wunsch, Modern Observational Physical Oceanography: Understanding the Global Ocean (Princeton University Press, Princeton, NJ, 2015).
[23] S. C. Glotzer, Editorial: Soft Matters, Phys. Rev. Lett. 114, 050001 (2015).
[24] E. N. Lorenz, The predictability of a flow which possesses many scales of motion, Tellus 21, 289 (1969).
[25] T. N. Palmer, More reliable forecasts with less precise computations: A fast-track route to cloud-resolved weather and climate simulators?, Phil. Trans. R. Soc. A 372, 20130391 (2014).
[26] F. Bouchet, T. Grafke, T. Tangarife, and E. Vanden-Eijnden, Large deviations in fast-slow systems, J. Stat. Phys. 162, 793 (2016).
[27] B. Saltzman, Dynamical Paleoclimatology: Generalized Theory of Global Climate Change, International Geo-physics Series (Academic, San Diego, CA, 2002), Vol. 80.
[28] A. Bunde, J. F. Eichner, J. W. Kantelhardt, and S. Havlin, Long-Term Memory: A Natural Mechanism for the Clustering of Extreme Events and Anomalous Residual Times in Climate Records, Phys. Rev. Lett. 94, 048701 (2005).
[29] D. H. Rothman, Earth’s carbon cycle: A mathematical perspective, Bull. Am. Math. Soc. 52, 47 (2015).
Published 14 April 2016
DOI: 10.1103/PhysRevLett.116.150002

Source/Fonte: http://journals.aps.org/prl/edannounce/10.1103/PhysRevLett.116.150002

terça-feira, 26 de abril de 2016

#ClimateAgreement: The Paris Agreement has solved a troubling problem

By endorsing a limit of 1.5 °C, the climate negotiations have effectively defined what society considers dangerous, says Simon L. Lewis.

The Paris Agreement for tackling climate change opens for governments to sign this week, four months after it was agreed. The momentum created by the deal, described as a multilateral political triumph, looks set to continue: China and the United States are among the 130-odd countries expected to bring the agreement into force early by adding their signatures on the first day.
Is this the beginning of the end of the fossil-fuel age, as some suggest? It could be — its influence is certainly being felt. Peabody Energy, the largest private coal company, lost 12.6% of its value the day after the Paris deal was agreed. It filed for bankruptcy last week. But even before countries queue up to sign, the Paris Agreement could already have solved one of the most troublesome problems in the climate arena, one that has plagued scientists and policymakers for almost a quarter of a century. And yet almost nobody — scientists included — seems to have noticed.
The Paris Agreement has finally defined the threshold for ‘dangerous’ climate change. It is 1.5 °C above pre-industrial levels. True, this definition is not explicitly spelled out in the agreement text. It is a de facto definition. But it is there all the same. And that is hugely significant.

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

UFRN: Comportamento de golfinhos no litoral sul potiguar.

Por Marcos Neruber

Os golfinhos do litoral sul potiguar são tema de estudo do Departamento de Fisiologia do Centro de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A pesquisadora Nara Pavan Lopes com orientação da professora Renata Sousa-Lima desenvolveu uma pesquisa intitulada “Variação acústica nos botos-cinza”.

Fotos: Gustavo Toledo

Golfinhos do litoral sul potiguar são tema de estudo na UFRN

Os golfinhos são mamíferos aquáticos que habitam águas costeiras de baías e estuários e podem sofrer influências diretas de seres humanos, através de embarcações de turismo e pesca e poluição na água, por exemplo. Um dos principais meios de comunicação usados por eles é o som e este pode ser modificado de acordo com certas situações, como ruídos antrópicos (embarcações) e do ambiente (outros animais e correntes marinhas), tamanho de corporal (indivíduos maiores produzem sons diferentes de menores) e interações sociais.

“O comportamento acústico desses animais, então, pode revelar aspectos da fisiologia e do estado social, por exemplo, o que é fundamental para compreendermos seus comportamentos e sua ecologia no hábitat em que vivem”, destaca Nara Lopes.

Esse estudo teve a coleta de dados realizada em Baía Formosa, litoral sul do RN, onde há uma população de golfinhos da espécie boto-cinza (Sotalia guianensis), com 60 a 90 indivíduos, aproximadamente, entre fevereiro a maio de 2015.

Foi utilizado um gravador e um hidrofone, microfone aquático, para gravar um som específico emitido por esses animais, chamado assobio. “Esse som é utilizado em interações sociais e têm se mostrado uma importante fonte de variação entre os golfinhos. Até o presente estudo, não existiam estudos baseados em dados acústicos desses animais no local coletado”, destaca a pesquisadora.

Posteriormente foi realizada uma comparação entre os dados obtidos em Baía Formosa e outros locais do Brasil, Costa Rica e Venezuela, onde esses animais, também, se localizam a partir de dados encontrados na literatura.

De acordo com a pesquisadora, foi visto que os assobios desses animais variam ao longo dos locais comparados e que foi encontrada uma semelhança maior entre locais mais próximos no sul do Brasil (Paraty, Baía de Guanabara e Baía de Sepetiba), contudo em locais mais ao norte, que são próximos (Baía Formosa, Lagoa de Guaraíras e Pipa) isso não foi visto e esses lugares distam aproximadamente 30 km, o que é uma distância pequena para esses animais viajarem.

“Pode haver uma mudança no ambiente desses animais (quantidade de barcos, ruídos de outros animais, interações sociais diferentes, tamanhos de indivíduos diferentes), que promova essa variação acústica. Pipa e Baía Formosa mostraram uma variação grande e é sabido que possuem duas populações diferentes e que não se comunicam, mesmo não havendo barreiras físicas para impedir o trânsito de animais”, destaca Nara Pavan Lopes.


Coleta de dados foi realizada em Baía Formosa, litoral sul do RN
Segundo Nara Pavan Lopes, outra possibilidade que pode ter provocado essa variação é o tipo de equipamento usado, pois nos estudos que foram comparados, coletou-se dados com frequências limite diferentes, o que pode ter impedido alguns deles de observarem assobios com frequências mais altas do que a frequência limite.

“O som, nesse caso, se mostrou um importante fator para evidenciar a existência de variação entre as populações e, se as vocalizações dessas últimas se mostrarem cada vez mais distintas ao longo do tempo, somadas a condições ecológicas e comportamentais distintas, isso poderá até conduzir a divisões mais drásticas, como a especiação. Desse modo, deve-se realizar um acompanhamento genético nessas populações, para que essas análises, junto com as acústicas possam verificar tais padrões de dispersão”, conclui a pesquisadora.

Fonte: AGECOM - UFRN.

The New York Times: The Key Players in Climate Change

Diplomats from at least 167 countries are gathering in New York to sign the climate accord reached in December in Paris. Whether they make good on their pledges to slow dangerous greenhouse gas emissions will depend in large part on the actions in the years ahead by the world’s largest polluters. A status report on the key players follows.

http://www.nytimes.com/interactive/2016/04/21/science/paris-agreement-carbon-dioxide-global-warming.html

 
Wildfires, Once Confined to a Season, Burn Earlier and Longer
http://www.nytimes.com/2016/04/13/science/wildfires-season-global-warming.html

As Fires Grow, a New Landscape Appears in the West
http://www.nytimes.com/2015/09/22/science/as-fires-grow-a-new-landscape-appears-in-the-west.html

Watching the Planet Burn
http://www.nytimes.com/interactive/2015/09/16/magazine/20mag-wildfires.html

The Marshall Islands Are Disappearing
http://www.nytimes.com/interactive/2015/12/02/world/The-Marshall-Islands-Are-Disappearing.html

 
2015 Was Hottest Year in Historical Record, Scientists Say
http://www.nytimes.com/2016/01/21/science/earth/2015-hottest-year-global-warming.html


How Much Warmer Was Your City in 2015?
http://www.nytimes.com/interactive/2016/02/19/us/2015-year-in-weather-temperature-precipitation.html#new-york_ny

2016 Already Shows Record Global Temperatures
http://www.nytimes.com/2016/04/20/science/2016-global-warming-record-temperatures-climate-change.html


Short Answers to Hard Questions About Climate Change
http://www.nytimes.com/interactive/2015/11/28/science/what-is-climate-change.html





terça-feira, 12 de abril de 2016

Curso sobre água para jovens e professores oferece 1500 vagas gratuitas


chamada
Até 24 de abril estarão abertas as inscrições para a capacitação Água em Curso – Multiplicadores, a qual é focada em professores de ensino fundamental e médio que pretendem levar metodologias de ensino e ferramentas para abordar o tema água em sala de aula. Também podem participar do curso jovens envolvidos com a temática de recursos hídricos, além de multiplicadores que atuam em organizações civis e empresas usuárias de água.

O Água em Curso – Multiplicadores tem carga de 40 horas e é realizado na modalidade de educação a distância (EaD). O objetivo deste curso é aplicar metodologias de ensino com enfoque participativo a respeito de consumo sustentável da água com vistas à mobilização do público jovem. Esta turma que está com inscrições abertas oferece 1500 vagas e será realizada de 9 de maio a 12 de junho. Ao término da capacitação, que é gratuita, os alunos que cumprirem as atividades propostas receberão certificado.

Entre os conteúdos abordados nesta capacitação há: o consumo sustentável da água, usos múltiplos, saneamento, saúde, qualidade da água, ciclo hidrológico, eventos críticos, regiões hidrográficas e disponibilidade hídrica. Para cada temática, o curso apresenta dinâmicas de sensibilização que podem ser aplicadas com públicos diversos, em especial os jovens.

Próxima turma

Mais 1500 vagas serão oferecidas para a turma agendada entre 23 de maio e 5 de junho. A listagem dos participantes será disponibilizada em 13 de junho e as atividades estão previstas para acontecer entre 20 de junho e 24 de julho.
 
Projeto Água: Conhecimento para Gestão
O projeto Água: Conhecimento para Gestão é resultado de um convênio entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu, o qual conta com apoio da Itaipu Binacional. A iniciativa busca desenvolver ações de comunicação, difusão, mobilização social, capacitação e educação para a gestão de recursos hídricos no Brasil e demais países da América Latina.
 
Em 2016, o Projeto oferecerá 15 mil vagas em cursos totalmente a distância, semipresenciais e autoinstrucionais. Em pouco mais de quatro anos, a iniciativa já capacitou mais de 19 mil pessoas de todas as unidades da Federação e de todos os países da América Latina. Saiba mais em: www.aguaegestao.com.br.
Texto: Raylton Alves - ASCOM/ANA


Fonte: ANA

sexta-feira, 1 de abril de 2016

ONU seleciona projetos inovadores para combater mudanças climáticas

Premiação ‘Momentum for Change’ está em busca de iniciativas concretas para combater as mudanças climáticas. Vencedores vão participar da Conferência do Clima da ONU de 2016, no Marrocos, além de receber uma série de outros benefícios que pretendem dar visibilidade e financiamento para os projetos. Prazo é dia 25 de abril; saiba como se inscrever aqui.

Até 25 de abril, a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) recebe inscrições para a premiação “Momentum for Change”, que vai selecionar projetos de sucesso voltados para o combate às mudanças climáticas. O prêmio será dado às iniciativas mais inovadoras e que sejam capazes de serem replicadas em larga escala.
Podem participar organizações, comunidades, cidades, empresas, governos e outras entidades que estiverem engajadas em ações concretas para impedir as transformações do clima. Os projetos selecionados receberão da UNFCCC o título de “Lighthouse Activity”.
Em 2016, as iniciativas deverão focar em algum das três áreas-chaves definidas pela UNFCCC: mulheres por resultados; financiamento para investimentos sensíveis às questões climáticas; e soluções em tecnologia da informação e da comunicação.
Os ganhadores receberão diversos benefícios, incluindo participação – com todos os custos pagos – na Conferência do Clima da ONU de 2016, no Marrocos; acesso a decisores políticos e patrocinadores potenciais durante o evento; reconhecimento público pela UFCCC; apoio de relações públicas, treinamento para a comunicação com a imprensa; produção de vídeos promocionais de alta qualidade sobre o respectivo projeto e de podcasts; uma página sobre o projeto no site da UNFCCC; e recursos gráficos como serviços de design e fotografia profissional.
Os projetos vencedores serão anunciados em setembro e a cerimônia de premiação deverá ocorrer em novembro.
Para inscrever seu projeto e conhecer todos os detalhes da premiação, acesse http://momentum.unfccc.int
A UNFCCC disponibiliza um vídeo explicando, em detalhes, o processo de inscrição.





quarta-feira, 30 de março de 2016

The El Niño Rapid Response Campaign: Monitoring the 2015-2016 El Niño from the land, sea, and air.

This is a guest post by Dr. Amy Solomon and Dr. Gil Compo of the NOAA Earth System Research Laboratory and the Cooperative Institute for Research in Environmental Sciences of the University of Colorado-Boulder. Both scientists sit within the Physical Sciences Division, which took on a leading role in the El Niño Rapid Response Campaign. They excel at improving our process-based understanding of the models and developing reanalysis datasets, which are critical to understanding and predicting weather and climate.


The ongoing El Niño of 2015-2016 is a historically strong event, the likes of which is only seen once or twice during a scientific career. Not wanting to let this opportunity pass by, scientists from NOAA and NASA have embarked on an unprecedented and exciting mission to observe this El Niño like no other El Niño has been observed before! From January to March 2016, scientists have been collecting data in a notoriously data-sparse region of the Pacific via Gulfstream jets, high-tech unmanned aircraft, ship cruises, weather balloon launches, and instruments dropped right out of aircraft. This effort is known as the El Niño Rapid Response campaign.

Tracks of all 23 research flights with the NOAA Gulfstream-IV aircraft out of Honolulu, Hawaii during the El Niño Rapid Response campaign from January - March 2016. Research flights were meant to circle massive thunderstorm systems in the central and eastern tropical Pacific Ocean. An example GOES satellite image from February 25, 2016 is shown to give an example of the location and scale of the thunderstorms. Conditions varied daily. NOAA Climate.gov image based off image courtsey of Matt Newmann (CU/CIRES and NOAA/ESRL) and NASA.

The deluge that wasn’t

Why study this El Niño? As discussed in detail in previous blog entries, one significant way El Niño impacts the global climate is through changes in atmospheric wave forcing and large-scale circulations like the Walker Circulation and Hadley Circulation, which then shift the pathways taken by storms around the world. During the 1997-1998 El Niño, the North Pacific stormtrack was shifted southeastward, directing moisture-carrying storms toward California. This caused 13.68 inches of rain to fall in downtown Los Angeles in 1998—the wettest February since records began 130 years before.

There was, therefore, significant concern about the impact of the next big El Niño on California precipitation. By standard measures, the 2015-2016 El Niño has been tied with 1997-98 as the warmest El Niño in the instrumental record. However, only 0.79 inches of rainfall fell during February 2016 in downtown Los Angeles. To date, March 2016 rainfall totals are also significantly below average.


Read full article here.