Neste blog são divulgados tópicos relacionados às questões de clima e ambiente, de interesse científico, tecnológico, educacional ou social.
(In this blog we deal with some topics concerning climate and environment, with focus on scientific, technological, educational or social issues).
Agência FAPESP– O Instituto Oceanográfico da Universidade de
São Paulo (USP) realizará o VII Simpósio Internacional de Praias
Arenosas (VII International Sandy Beach Symposium), a ser realizado
entre os dias 06 e 10 de julho de 2015, em Ilhabela, São Paulo.
O tema central do evento será “Estratégias globais para a
sustentabilidade de praias arenosas”, tendo como foco o monitoramento e a
gestão desses ambientes costeiros.
Objetivo é entender o impacto da poluição na
formação de nuvens na Amazônia; dados podem ser úteis para melhorar
modelos meteorológicos e climáticos
Desenvolver um equipamento para medir a temperatura e o tamanho das
gotas das nuvens que se formam na Amazônia – tanto na época das
queimadas quanto na época “limpa”: esse é o objetivo do professor
Alexandre Lima Correia, do Departamento de Física Aplicada do Instituto
de Física da Universidade de São Paulo (IF/USP). Por meio do projeto
Serena (Sensoriamento Remoto de Nuvens e Aerossóis), o equipamento vem
sendo elaborado há cinco anos e, segundo Correia, está em fase final de
testes.
Chamado por enquanto de Cloudscanner (escaneador de nuvens), o
aparelho é composto por três câmeras de pesquisa. Uma faz a estimativa
da temperatura das gotas, medindo a luz no infravermelho. Outra, que
mede no infravermelho também, mas em outro comprimento de onda, infere o
tamanho da gota. A terceira é uma câmera de astronomia. Ela capta a cor
vermelha com alta precisão. “As duas variáveis chave no estudo são a
temperatura e o tamanho das gotas. O que a gente está captando são
imagens em cores diferentes, e cada uma tem uma função. Combinando todas
essas informações, conseguimos obter a temperatura de uma porção da
nuvem, o tamanho médio da gota naquela porção e se aquele pedacinho de
nuvem é composto por gelo, água ou ambos”, esclarece.
Segundo ele, o primeiro protótipo começou a ser idealizado em 2005
pelo professor José Vanderlei Martins, que hoje ensina nos EUA.
“Trabalhamos juntos na NASA. Eu utilizei algumas ideias dele, e construí
o meu protótipo. Ele tem a versão dele também”, credita Correia.
A escolha da Amazônia para realizar as medidas se deve às situações
muito bem delimitadas que existem na região: os céus da floresta
tropical apresentam uma época muito limpa e outra muito poluída todos os
anos, por conta das queimadas. “Faço muitas medidas para entender como
as nuvens se comportam em época sem poluição, e posso comparar com as
medidas das nuvens poluídas da época das queimadas. Então consigo
entender como a poluição por queimadas – que acontecem todo ano durante
três meses – pode afetar as nuvens numa região muito importante para o
clima do Brasil e do mundo”, explica o físico.
Ele assevera que os dados obtidos devem ajudar a tornar mais exatos
tanto os modelos climáticos (de longo prazo) quanto os meteorológicos
(de curto prazo). “Os modelos meteorológicos que existem hoje não
conseguem explicar a chuva rápida que cai na Amazônia, por exemplo. A
nuvem se forma e, em meia hora, já está chovendo. Os melhores modelos
hoje conseguem prever uma chuva dentro de uma hora. Não conseguimos
sequer explicar um fenômeno tão simples como esse, quanto mais prever a
quantidade de nuvens que vai haver daqui a 50 anos, que é uma das
atribuições dos modelos climáticos”, compara Correia. Segundo ele, ainda
há muitas incertezas sobre a dinâmica de nuvens e clima, porque ainda
não entendemos como as nuvens funcionam; e como as nuvens refletem uma
fração significativa da radiação solar, os impactos no clima previstos
ainda divergem muito de modelo para modelo.
Aerossóis – Ele explica que a nuvem só se forma porque existem
partículas atmosféricas, chamadas de aerossóis: pólen, fragmentos de
folhas, partículas de solo… A água se condensa em torno dessas
partículas para formar as gotículas das nuvens. Portanto, o primeiro
efeito da poluição é colocar mais partículas à disposição na atmosfera.
Se existe uma quantidade fixa de água e ela se divide num número muito
maior de catalisadores, as gotas ficarão menores. Se as gotas forem
menores de 14 micrometros de raio, a precipitação não ocorre.
“Muita poluição inibe a formação de chuva”, resume o físico,
salientando que isso não quer necessariamente dizer que vai chover menos
na região daqui a algumas décadas. “É dificílimo prever, porque existem
outras variáveis e não temos modelos nem computadores que deem conta
disso”.
Correia diz que os dados gerados por ele e sua equipe podem permitir
simulações e comparações. “É possível pegar um cenário em que se
continue a emitir como no padrão atual – business as usual – e simular
como as nuvens se comportam, para depois comparar com a simulação feita
com base em um padrão de real controle de emissões. Ou seja: é possível
inferir o que podemos ganhar climaticamente se controlarmos a poluição”,
revela. O projeto de pesquisa vem sendo patrocinado pela Fapesp e pelo
CNPq, e custou até agora R$ 400 mil. Assessoria de imprensa do JConline
Ocean has seen an unprecedented rise in heat content over the past decade due to a transfer of heat from Pacific Ocean, reports Climate Central
An illustration showing movement of water from the Pacific to the Indian ocean.
Photograph: Lee et al, 2015
The world’s oceans are playing a game of hot potato with the excess heat trapped by greenhouse gas emissions.
Scientists have zeroed in on the tropical Pacific as a major player
in taking up that heat. But while it might have held that heat for a
bit, new research shows that the Pacific has passed the potato to the
Indian Ocean, which has seen an unprecedented rise in heat content over
the past decade.
The new work builds on a series of papers that have tracked the
causes for what’s been dubbed the global warming slowdown, a period over
the past 15 years that has seen surface temperatures rise slower than
they did the previous decade. Shifts in Pacific tradewinds have helped sequester heat from the surface to the top 2,300 feet of the ocean. But unlike Vegas, what happens in the Pacific doesn’t stay in the Pacific.
Since 2003, upper ocean heat content has actually been slowly decreasing in the Pacific.
“When I first saw from the data that Pacific temperature was going down, I was very curious and puzzled,” Sang-Ki Lee, a scientist at the Cooperative Institute for Marine and Atmospheric Studies, said.
Lee, who led the new research published in Nature Geoscience,
looked at records going back to 1950 and noticed that the Indian Ocean
heat uptake “was pretty much flat” until 2003. Suddenly, heat began to
build there, but it wasn’t coming from above.
By running ocean circulation models, he found that the heat stashed
in the Pacific had hitched a ride on the ocean conveyor belt and danced
its way through the Indonesian archipelago, ending up in the Indian
Ocean. The Indonesian shuffle means that the Indian Ocean is now home to
70% of all heat taken up by global oceans during the past decade.
“This
is a really important study as it resolves how Pacific Ocean
variability has led to the warming slowdown without storing excess ocean
heat locally,” Matthew England,
a professor at the University of New South Wales, said. “This resolves a
long-standing debate about how the Pacific has led to a warming
slowdown when total heat content in that basin has not changed
significantly.”
England led previous research that examined the role of the tradewinds in the Pacific’s heat uptake.
Tom Delworth,
a climate modeler at Geophysical Fluid Dynamics Laboratory who has also
examined the Pacific trade winds in the hiatus, agreed, though he
noted, “the results are very interesting, but I’m not sure they help us
with predicting the future evolution of the hiatus.”
Ocean heat content has risen dramatically over the past decade even
as surface temperatures have not. Globally, oceans account for 93% of the heat that has accumulated on the planet since 1970 due to human greenhouse gas emissions.
A flurry of recent research shows that the current slowdown in surface warming could end in the near future as Pacific trade winds shift, allowing for less heat to enter the ocean.
In its current location, Lee said it’s possible that the warm water
in the Indian Ocean could affect the Indian Monsoon, one of the most
important climate patterns in the world that affects more than one
billion people. The current El Niño stewing in the Pacific could be also be affected.
“It seems pretty clear that an El Niño event (such as this year)
would reverse this anomaly, at least while the El Niño is underway,”
Delworth said.
What its means for future El Niño cycles is less clear, however.
Lee said it’s likely to continue globe trotting along the ocean
conveyor belt and find its way to the Atlantic in the coming decades.
“If this warm blob of water in upper Indian Ocean is transported all
the way to North Atlantic, that could affect the melting of Arctic sea
ice,” Lee said. “That can also increase hurricane activity and influence
the effects of drought in the US. These are simply hypotheses that need
to be tested and studied in the future work.”
Desde California, en Estados Unidos,
hasta Chile, toda la costa del Océano Pacífico del continente americano
está recibiendo olas gigantescas desde este fin de semana y aún este
martes.
En Coyuca, México, las olas alcanzaron un récord de 10 metros de altura, según las autoridades de protección civil.
Al menos cinco personas murieron desde el sábado en Chile, Panamá y México, a causa de las olas.
Y la alerta continúa en varios países.
¿Pero a qué se debe este fenómeno?
Aunque en redes sociales algunos usuarios sugirieron que se trataba
de un tsunami del que no había sido lanzada una alerta, eso no es lo
cierto.
Mientras que un tsunami es producto de un terremoto submarino, las olas de estos días son generadas por ciclones.
Cada
año durante el otoño e invierno austral se forman tormentas en el sur
del Pacífico que generan grandes olas, cuya fuerza se mantiene a lo
largo de miles de kilómetros.
Estas olas gigantes viajan en algunos casos más de 11.000 kilómetros.
Es el fenómeno que los meteorólogos conocen como mar de fondo.
Olas más peligrosas
Las olas que se producen en Nueva Zelanda durante un ciclón pueden llegar a las costas de Los Ángeles días después.
Además, suelen ser más intensas que las que llegan habitualmente a la costa, que se forman en su cercanía.
Son mucho más peligrosas que las olas comunes, explicó a BBC Mundo
Miguel Ángel Gallegos, del Servicio Metereológico Nacional de México.
"La
longitud de la ola es tan grande que desde una playa no se percibe como
una ola normal", dijo el meteorólogo. "Es como si el mar se levantara".
Estos expertos miden la intensidad del mar de fondo con base en la frecuencia entre ola y ola.
Cuanto mayor es la frecuencia, mayor es la intensidad del mar de fondo.
El
fenómeno que está azotando estos días las costas americanas es un poco
más intenso de lo habitual, según Martin Nelson, del Centro Nacional de
Huracanes de Estados Unidos.
"Normalmente vemos que las olas están
espaciadas en 22 o 23 segundos y en esta ocasión hemos observado que
ese tiempo aumentó a 25 segundos", dijo Nelson a BBC Mundo.
Aunque
está previsto que el fenómeno se debilite, los centros de emergencia
deberán seguir atentos, ya que se generarán nuevos fenómenos de mar de
fondo, advierte Nelson.
It goes that if you place a frog into a pot of boiling water, it will
leap out right away. But, if you put a frog in a kettle filled with
cool water, and then gradually turn up the heat – the frog will not
become aware of the boiling threat until it is too late.
A sad story for frogkind, undoubtedly – but also a useful metaphor for human beings?
We use it to pitch the importance of school performance to children, resilience to adults, or healthy lifestyles to teenagers.
But where do we stand today, in the froginess scale?
Most people would consider themselves to have higher awareness than
that of the frog. We believe we can luxuriate in the bliss of warm water
and still jump out before it’s too late. Can we?
In a few months, 196 countries and territories will come together to (fingers crossed!) sign a new global agreement on climate change in Paris.
How likely it is that we will set clear rules in this new international contract?
How likely it is that the rules will be respected by all?
Can we face up to the difficult questions that are being posed?
In short, will we jump out of the water while we still can?
Last month, UNDP in Armenia held Yerevan’s very first TEDx Salon.
Speakers of all shapes and sizes – environmental experts, civil
society leaders, government ministers, and academics – spoke in front of
a packed audiences on the perils of climate change and wider environmental issues what we need to do to combat it.
Here, our very own Dr. Diana Harutyunyan, UNDP in Armenia’s climate
change expert, shares her thoughts on the similarities between humans
and frogs amidst our slowly boiling planet:
P.S. No frogs were harmed in the making of this blog
Ocupa una buena parte de la superficie de la Tierra y da trabajo y comida a cientos de millones de personas.
No
es Rusia, el país más grande del mundo; ni Brasil, el mayor de América
Latina. Tampoco es EE.UU., la economía más poderosa del planeta; ni
China, la que le sigue en importancia.
Es un "país inestable": el mar y sus vastos recursos.
Aunque
rara vez se habla en términos económicos de los océanos, que abarcan un
70% de la superficie de la Tierra, pues los analistas y los medios de
comunicación prefieren dedicar más tiempo y espacio a la coyuntura
estadounidense, china, rusa o brasileña.
Ahora, sin embargo, un
informe del Fondo Mundial para la Naturaleza (WMF, por sus siglas en
inglés) le ha puesto precio a las aguas. El capital monetario de los
mares del mundo ha sido valuado en US$24 billones. Sí, un 24 seguido de
12 ceros.
Al ponerle un
valor monetario a los mares, la comunidad de negocios puede entenderlos
como algo propio, cuyas actividades (...) forman parte del sistema
económico global
Ove Hoegh-Guldberg
El reporte del WWF calcula que los "bienes y servicios" que aportan
los océanos, incluyendo su inmensa riqueza de alimentos, generan
ingresos por unos US$2,5 billones anuales.
Es decir que su
Producto Interno Bruto (PIB) es mayor que el de muchos países ricos y
emergentes del planeta como los que, por ejemplo, conforman el G20.
Estos
impresionantes números convierten a los océanos en la séptima mayor
economía del mundo. Desplazarían de ese puesto a Brasil, que –con apenas
un 1,6% de la superficie del planeta– tiene un PIB de US$2,3 billones,
según los datos más recientes del Fondo Monetario Internacional (FMI).
Industrias bajo el agua
"El
cálculo es importante porque, en primer lugar, al ponerle un valor
monetario a los mares, la comunidad de negocios puede entenderlos como
algo propio, cuyas actividades no son externas sino que forman parte del
sistema económico global", le explica a BBC Mundo Ove Hoegh-Guldberg,
biólogo de la Universidad de Queensland, en Australia, y autor principal
del informe.
Hay más especies en los océanos que en tierra firme.
"Y, en segundo lugar, porque
ayuda a tomar conciencia de que, si los ecosistemas de los océanos
siguen degradándose como hasta ahora, se obtendrán menos dividendos y,
por lo tanto, protegerlos debe ser visto como una inversión, no como un
gasto".
La estimación de los activos y del PIB de las aguas que
tiñen de azul la Tierra fue realizada para el WWF por la consultora de
negocios Boston Consulting Group.
La valuación incluye los
ingresos que obtienen grandes industrias como la pesca, el turismo y el
transporte naviero, así como una tasación de la protección que proveen
los corales y manglares a las costas, que son la fuente de subsistencia
importante de la población mundial.
Lea también: Barcos cargueros, los grandes monstruos del océano
"Fue
difícil hacer el cálculo porque los datos están muy dispersos por
actividades, empresas y países; hubo que resolver inconsistencias", dice
Hoegh-Guldberg, quien además es director del Instituto de Cambio
Climático de la Universidad de Queensland.
De todos modos, los autores del
informe titulado "Revivir la economía de los oceános" aclaran que se
trata de una estimación "conservadora" del capital de los mares, ya que
no incluye los sectores de hidrocarburos y energía eólica.
¿Por qué?
"El
petróleo y gas no fueron incorporados al análisis porque en realidad
operan en el lecho marino, no en las aguas en sí, y dependen de factores
ajenos a la salud de los oceános", le aclara a BBC Mundo John Tanzer,
director del Programa Global Marino basado en Noruega y editor del
reporte.
"Y la energía eólica quedó afuera porque depende del viento, no de los ecosistemas oceánicos".
En aguas peligrosas
Tanzer
afirma que hasta ahora el mundo no ha sido muy consciente del valor
económico de los mares por varias razones: entre ellas, porque la mayor
parte de las aguas son internacionales y se ven como un "lugar de
nadie". Y porque existe la idea de que los océanos, por su inmensidad,
son inagotables.
"Por no es así: los mares y sus costas poseen una
increíble variedad elementos cruciales para la subsistencia, la salud y
la cultura humanas, y muchas actividades económicas llevadas a cabo de
forma irresponsable están limitando y reduciendo su riqueza", añade
Tanzer.
Y el WWF advierte que los mares enfrentan una serie de apremios que pueden afectar su desempeño económico.
Los que dependen del mar
50% de la población mundial vive en una franja de costa marítima de 100 km
13 de las megaciudades del mundo están frente a los océanos
1.000 millones de personas viven en comunidades pobres con vínculos directos con el mar
Una de las más preocupantes, dice, es que casi dos tercios de los
recursos pesqueros están siendo explotados a su máxima capacidad y el
resto de ellos sufre una sobreexplotación.
Pero no sólo la pesca
sin control pone en riesgo los océanos como ámbito económico: la
contaminación y el cambio climático están ejerciendo una presión sin
precedentes sobre los ecosistemas marinos, dice el reporte.
Según
Naciones Unidas, la biodiversidad de los mares se ha reducido un 40% en
las últimas cuatro décadas. En ese mismo periodo, la mitad de los
corales han desaparecido, al igual que un tercio de la flora marina.
Asimismo,
los océanos están absorbiendo la mitad del CO2 producido por las
actividades humanas, lo que está calentando las aguas e incrementando su
acidificación.
A pesar de todo esto, sólo un 1,2% de los mares están oficialmente protegidos.
Como la eurozona
"Los
océanos producen grandes beneficios para muchísima gente, para miles de
millones de personas en todo el mundo. Es necesario que se entienda que
su deterioro afecta de forma concreta a la economía global", le insiste
a BBC Mundo John Tanzer, director del Programa Global Marino.
A lo que el profesor Ove
Hoegh-Guldberg, el autor principal del reporte del WWF, agrega: "Tenemos
la esperanza de que, asignándoles un valor económico a los mares, los
empresarios y los políticos entiendan la necesidad de elaborar
estrategias de alcance internacional –como las que idean para bloques
como la eurozona– con el fin de revertir su declinación".
Ambos
expertos coinciden en que también hace falta un cuerpo de datos más
completo y coherente sobre las actividades económicas en los océanos,
similar a la medición del PIB de un país o de un bloque económico.
Algunas
grandes compañías que operan en los mares ya han declarado su
compromiso con la conservación de los ecosistemas oceánicos.
Por
ejemplo, la transportadora de contenedores danesa Maersk, una de las más
grandes del planeta, dice que ha asumido plenamente su "responsabilidad
con el medio ambiente".
El grupo japonés Nissui, una de las
mayores firmas globales de explotación pesquera, asegura por su parte
que tiene muy en cuenta la "utilización sostenible de los recursos
marinos".
Pero los expertos creen que habrá que esperar varios
años para ver si sus promesas se mantienen a flote e impactan de forma
concreta en los esfuerzos por evitar el deterioro de los océanos.
Mares v. países
¿Cuánto ocupan?
Oceános: 360 millones de km2 (70% de la superficie de la Tierra)
By Harry Verhaar, Head of Global Public & Government Affairs, Philips Lighting
A century ago, less than 10 per cent of the world’s population lived
in cities. The next three decades will see the largest increase in the
world’s urban population in human history. By the middle of this
century, 6.5 billion people will live in cities, up from 4 billion
today. By 2050, two out of every three people on earth will call a city
home. Today’s cities consume more than 70 per cent of the world’s energy
supply — a figure that will increase over time.
We are witnessing unprecedented urbanization and the rapid expansion
of the middle class in emerging economies. This has heightened concerns
about the secure, reliable supply of affordable energy, environmental
impacts such as greenhouse gas emissions, climate change and loss of
biodiversity, and shortages of materials, food and water.
As a result, resource efficiency is fast moving up the agendas of
both the private and public sectors. Corporations and governments alike
are having to develop strategies for a world in which natural resources
and energy are becoming increasingly scarce and expensive.
More energy needs, a greater drain on resources…something has to give.
More energy needs, a greater drain on resources…something has to give. Can smart technology support our cities of the future?
I think so. Lighting accounts for 19 per cent of the world’s total
electricity consumption. Almost two thirds of that energy is used for
lighting commercial and public buildings in cities, with a further 15
per cent going to street lighting.
How will innovations in lighting lower the energy demands of cities whilst also shaping our urban spaces in future years?
Working together with The Climate Group
With that question in mind, Philips is working together with The
Climate Group, the international charity working towards a prosperous,
low carbon future. Together with The Climate Group, we launched a report
in 2012 entitled Lighting the Clean Revolution: the rise of LED and what it means for cities.
This report clearly demonstrated that LEDs are ready to be brought to
scale in outdoor applications. Many commercially available, outdoor LED
products offer cities high quality light, durability, and significant
electricity savings in the range of 50-70 per cent. Through our
partnership we have seen more and more cities begin to actively explore
the switch to LEDs and request support and information. This was
achieved through a series of workshops with cities organized together
with The Climate Group, also focusing on the innovations in urban
lighting.
eighth international conference on climate change: Impacts and Responses
Call For Papers
The Climate Change community is pleased to announce the Call For Papers for the International Conference on Climate Change: Impacts and Responses
to be held 21-22 April 2016 at the Vietnam National University,
University of Science in Hanoi, Vietnam. We welcome
submissions from a variety of disciplines and perspectives and
encourage faculty and research students to jointly submit proposals,
discussing climate change through one of the following themes:
Scientific Evidence
Assessing Impacts in Divergent Ecosystems
Human Impacts and Impacts on Humans
Technical, Political, and Social Responses
Proposal Submissions and Deadlines
The
current review period closing date for the latest round of submissions
to the conference Call For Papers (a title and short abstract) is 22 June 2015*. Please visit our
website for more information on submitting your proposal, future deadlines, and registering for the conference.
If you are unable to attend the
conference in person, you may still join the community and submit your
article for peer review and possible publication, upload an online
presentation, and enjoy subscriber access to The International Journal
of Climate Change: Impacts and Responses.
*Proposals are reviewed in rounds adhering to monthly deadlines. Check the website often to see the current review round.
Conference Partner
The International Conference on Climate Change:
Impacts and Responses is proud to be partnering with Vietnam National
University and VNU University of Science for the Eighth International
Conference. With over 100 years of tradition and development, Vietnam
Nationa
l University, has affirmed its position as Vietnam’s top comprehensive
multi-disciplinary academic and research center of excellence based on
international standards. VNU strives to be a leading institution in
Vietnam and in the region based on the philosophy “Excellent through
Knowledge” and by
promoting six core values: high quality, creativity, innovation,
integration, responsibility to society, and sustainable development.
VNU's University of Science is known as the number one university in
Vietnam in the field of basic science. Their mission is to create and
disseminate knowledge, and to provide top quality, committed graduates,
as well as valuable scientific advances and technological products that
contribute to the socio-economic and educational development of the
Vietnam making it and the Vietnam National University an ideal
partner for the 2016 conference.
Agência FAPESP – A FAPESP anuncia nova chamada de propostas de
pesquisas em conjunto com o Belmont Forum. O objetivo é contribuir para
desenvolver serviços climáticos com foco no papel das relações
inter-regionais na variabilidade e na previsibilidade climática.
A oportunidade tem apoio de agências de fomento selecionadas pelo
Belmont Forum em diversos países, incluindo a FAPESP para garantir a
participação de pesquisadores do Estado de São Paulo.
Os três temas principais da chamada são: “Understanding past and
current variability and trends of regional extremes”, “Predictability
and prediction skills for near-future variability and trends of regional
extremes” e "Co-construction of near term forecast products with
users”.
A depender do cumprimento das condições de elegibilidade e da análise
das propostas, o orçamento disponível pela FAPESP para a chamada será
de até € 1 milhão.
Projetos colaborativos de equipes de pesquisa multinacionais de 36 a
48 meses, com início em 2016, serão selecionados em um processo com duas
etapas: uma de pré-propostas seguida por uma de propostas completas
para os projetos selecionados na primeira etapa.
A data-limite para submissão de pré-propostas é 1º de junho de 2015.
Hace 150 años, el
almirante Robert FitzRoy, el celebrado navegante y fundador de la Met
Office (la Oficina Meteorólogica de Reino Unido), se suicidó. Un
periódico describió la noticia de su muerte como "una catástrofe súbita y
estremecedora".
Hoy se recuerda a FitRoy principalmente como el
taciturno capitán del HMS Beagle, el barco en el que viajó Charles
Darwin durante su famosa circunnavegación en los 1830.
Sin
embargo, durante su vida FitzRoy encontró fama no por el tiempo que pasó
en el mar sino por sus pioneras predicciones climáticas, a las que dio
un nombre de su propia invención: "pronósticos".
En 1854, cuando FitzRoy estableció lo que después llamaría la Met Office, no existían los pronósticos del clima.
En
su lugar estaba el Departamento Meteorológico de la Cámara de Comercio,
fundado como un depósito de de cartas náuticas para reducir los tiempos
de navegación con mejores gráficas de viento.
Sin pronósticos,
los pescadores, agricultores y otros que trabajaban en el exterior
tenían que confiar en su sabiduría del clima -la aparición de nubes o el
comportamiento de los animales- que les indicaban lo que se avecinaba.
FitzRoy se suicidó en 1865.
Pero a principios del siglo XIX
se llevaron a cabo varios avances teóricos importantes. Entre ellos, el
entendimiento de cómo funcionaban las nubes, con vientos que giraban en
sentido contrario al reloj alrededor de un punto de presión baja.
Los mapas meteorológicos, otra innovación, facilitaron la visualización de la atmósfera en movimiento.
Una
teoría influyente argumentaba que las tormentas ocurrían a lo largo de
las fallas entre las masas de aire calientes y frías, justo como sabemos
hoy que ocurren los terremotos en los límites de las placas tectónicas.
A pesar de esto, persistía la creencia de que el clima era totalmente caótico.
Cuando
un parlamentario sugirió en la Cámara de los Comunes en 1954 que los
avances recientes en la teoría científica les permitirían pronto
anticipar el clima en Londres "24 horas antes de que ocurriera", la
Cámara estalló a carcajadas.
No obstante la burla, a FitzRoy le
preocupaba la enorme pérdida de vida en el mar junto a las costas
británicas en la era Victoriana.
Entre 1855 y 1860, 7.402 barcos naufragaron en las costas con un total de 7.201 muertos.
FitzRoy pensaba que con una alerta temprana, muchas de estas muertes podrían evitarse.
En 1859, tras el desastroso hundimiento del barco Royal Charter, se le permitió comenzar a emitir advertencias de tormenta.
FitzRoy
fue capaz de hacerlo utilizando el telégrafo eléctrico, una asombrosa
tecnología nueva que, como observó el diario Daily News, "superaba por
mucho en prontitud a la tempestad más rápida".
Con el telégrafo FitzRoy logró reunir datos de clima de las costas en tiempo real desde su oficina en Londres.
Si pensaba que una tormenta era inminente, podía telegrafiar a un puerto donde se activaba una señal de alerta.
Era, tal como lo describía, "una carrera para advertir al puesto antes de que el viento los alcanzara".
Las
advertencias de tormenta de FitzRoy comenzaron en 1860 y sus
pronósticos generales al año siguiente, declarando el clima probable
para los próximos dos días.
Para FitzRoy, los pronósticos era un subproducto de sus advertencias de tormenta.
Como
de cualquier forma tenía que analizar los datos atmósfericos, pensó que
no le costaba nada adelantarle sus conclusiones -día bueno, favorable,
lluvioso, tormentoso- a los periódicos para que fueran publicadas.
"No son ni profecías ni predicciones" escribió, "el término pronóstico
se aplican estrictamente a una opinión que es resultado de una
combinación científica y cálculo"
Durante años el público había leido charlatanerías sobre predicciones
de clima en almanaques, pero esta era la primera vez que los
pronósticos estaban sancionados por el gobierno.
Primero fueron publicados en diario The Times, en 1861, y sindicados en varias publicaciones en Reino Unido.
Pronto se hicieron enormemente populares.
Los pronósticos rápidamente se convirtieron en una peculiaridad de la nueva sociedad victoriana.
Su atractivo se propagó instantáneamente más allá de pescadores y marineros.
Cálculos a mano
Pero como eran calculados a mano y sobre datos poco probados, los pronósticos a menudo eran incorrectos.
En abril de 1862 los periódicos
informaron: "Las profecías del almirante FitzRoy en el Times han creado
diversión considerable durante estos días de abril debido a las
empapadas que hemos tenido que soportar".
"Abril ha estado jugando con él de mala manera, para demostrar que
(este mes) desprecia los cálculos de la ciencia, a pesar de lo que otros
meses hagan".
Pero a menudo FitzRoy era sorprendentemente preciso
y cuando se equivocaba le respondía a sus críticos -"aquéllos cuyos
sombreros quedaron perjudicados por haber dejado el paraguas en casa"-
en las páginas de el Times.
Este compromiso incrementó su popularidad y consolidó su reputación como científico osado y gallardo.
Durante
los siguientes años fue nombrado en su honor un premio de carreras de
caballos, un barco, y en una ocasión la reina Victoria envió a sus
mensajeros a su casa para saber si el clima iba a ser benigno cuando
ella tenía programado cruzar a la Casa Osborne, la residencia real en la
Isla de Wight.
Algunos diarios sugirieron usos comerciales para los pronósticos.
Exhausto
Publicó un libro y
daba conferencias, pero en 1865, con sus críticos más vociferantes que
nunca, estaba exhausto y acosado por la recaída de un viejo trastorno
depresivo.
Se retiró de su casa de Londres hacia Norwood, en el sur de la capital, para un período de descanso. Pero le costó recuperarse.
El
último pronóstico de su vida fue publicado en su ausencia el 29 de
abril de 1865. En éste había predicho lluvias con truenos en Londres.
La mañana siguiente FitzRoy salió de la cama y se preparó para ir a
la iglesia. Besó a su hija y caminó hacia su vestidor. Después se
encerró con llave y se suicidó.
Entonces parecía que el proyecto de pronósticos de FitzRoy había terminado en fracaso.
No
obstante, hoy en día el servicio público de meteorología, financiado
por el gobierno para el beneficio de todos, es fundamental.
Su departamento, que comenzó con tres empleados, ahora emplea a más
de 1.500 personas y tiene un presupuesto anual de más de US$122
millones.
Quizás el tributo más apropiado surgió en 2002 cuando
una de las icónicas regiones de pronósticos de navegación de la BBC, la
Finisterre, fue rebautizada FitzRoy en su honor.
Como explica
Julia Slingo, la actual científica en jefe de la Met Office, "FitzRoy
realmente estaba muy adelantado a su época. No estaba equivocado ni era
un excéntrico, simplemente estuvo en el principio de un trayecto muy
largo, uno que continúa hoy en día en la Met Office".