quinta-feira, 20 de março de 2014

IGAC - iCACGP 2014: Extension of Submission deadlines

EXTENSION OF SUMBISSION DEADLINES // The joint 13th Quadrennial iCACGP Symposium and 13th IGAC Science Conference. www.igac-icacgp2014.org

joint 13th Quadrennial iCACGP Symposium /13th IGAC Science Conference. Natal, Brazil, 22-26 September, 2014




We announce that the deadlines for abstract Submission and applications 
for Young Scientists Financial Support were extended until March 31, 2014
There will be no further extensions.

We are looking forward to your contributions.

Find more information about Deadlines here

Conference Venue: Natal Convention Center (NCC)
                    Realizers: iCACGP / IGAC
                    Sponsors: CNPq / UFRN / FAPERN
                    Support: CGPDI
                    Organization: Acquaviva Promoções e Produções

This is an automatically sent e-mail. Please, do not respond. To contact us, please visit our web site: http://igac-icacgp2014.org/


UEPA: Dia Meteorológico Mundial 2014



O blog agradece ao Prof. Dr. Edmir Jesus pela valiosa informação.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Chuvas no RN e estados vizinhos

A figura abaixo mostra o quadro atual de precipitação (horário 10:30 GMT) em imagem capturada pelo GOES (http://sigma.cptec.inpe.br/prec_sat/)


As cores mais intensas realçam mais chuvas, segundo o hidroestimador, em mm/hora.
Hora local de Natal-RN: 08:30.



quinta-feira, 13 de março de 2014

The science is clear. The solutions are here. It’s time for the political will to appear.

Yet another new study finds the climate’s sensitivity to carbon pollution is on the high side. That means, absent rapid reductions in greenhouse gases, global warming is likely to be high enough to destroy a livable climate.
This is consistent with a January Nature study on climate sensitivity, which found we are headed toward a “most-likely warming of roughly 5°C [9°F] above modern [i.e. current] temperatures or 6°C [11°F] above preindustrial” temperatures this century.
This finding is also consistent with paleoclimate data (see “Last Time CO2 Levels Hit 400 Parts Per Million The Arctic Was 14°F Warmer!”). Also, this study is consistent with other recent observation-based analyses (see “Observations Support Predictions Of Extreme Warming And Worse Droughts This Century”).
And this study throws yet more cold water (hot water?) on some claims that the climate’s sensitivity is on the low side, claims that have been widely challenged and perhaps fatally undermined by the most recent studies.
As the NASA news release explains:
Global temperatures have increased at a rate of 0.22 °Fahrenheit (0.12 °Celsius) per decade since 1951. But since 1998, the rate of warming has been only 0.09°F (0.05°C) per decade — even as atmospheric carbon dioxide continues to rise at a rate similar to previous decades. Carbon dioxide is the most significant greenhouse gas generated by humans.
Some recent research, aimed at fine-tuning long-term warming projections by taking this slowdown into account, suggested Earth may be less sensitive to greenhouse gas increases than previously thought. The Fifth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), which was issued in 2013 and was the consensus report on the state of climate change science, also reduced the lower range of Earth’s potential for global warming.
To put a number to climate change, researchers calculate what is called Earth’s “transient climate response.” This calculation determines how much global temperatures will change as atmospheric carbon dioxide continues to increase — at about 1 percent per year — until the total amount of atmospheric carbon dioxide has doubled. The estimates for transient climate response range from near 2.52°F (1.4°C) offered by recent research, to the IPCC’s estimate of 1.8°F (1.0°C). Shindell’s study estimates a transient climate response of 3.06°F (1.7°C), and determined it is unlikely values will be below 2.34°F (1.3°C).
It is worth noting that absent sharp CO2 reductions, we are headed toward a tripling of atmospheric CO2 levels this century, or even higher, which will lead to amplifying feedbacks (like carbon emissions from the defrosting permafrost) and almost unimaginable increases in temperature.
This study provides more evidence to support a 2013 New York Times piece on how the IPCC “seems to be bending over backward to be scientifically conservative” in its most recent assessment (see “Did Denier ‘Intimidation Tactics’ Move IPCC To ‘Lowball’ Sea Level Rise And Climate Sensitivity?“).
Michael Mann, one of the country’s top climatologists (who did not contribute to the paper), called the study “extremely important” and said it contains two especially key findings. First, the cooling effect of sulfate aerosols in recent decades may have been underestimated. Second, the concept of TCR may be flawed. Both findings point to the fact that the threat of future warming may have been underestimated, Mann said. “As shown in this article,” Mann said, “transient climate response doesn’t adequately distinguish between the short-term cooling effects of sulfate aerosols (which can disappear quickly) and the long-term, committed warming from carbon dioxide emissions which last in the atmosphere for centuries and beyond.”
So while we may have seen a slowdown in recent surface temperature warming — though not in ocean warming or glacial melt — future warming remains likely to be on the high side, if we stay on our current emissions pathway.
As lead author Drew Shindell, a NASA climatologist, put it:
“I wish we could take some solace from the slowdown in the rate of warming, but all the evidence now agrees that future warming is likely to be towards the high end of our estimates so it’s more clear than ever that we need large, rapid emissions reductions to avoid the worst damages from climate change.”
The science is clear. The solutions are here. It’s time for the political will to appear.

By Joe Romm on March 12, 2014 at 3:55 pm
Source/Fontge: thinkprogess.org

terça-feira, 11 de março de 2014

Insa inaugura com assentados projeto para captar e armazenar água

Os residentes do Assentamento Rural Vitória, em Campina Grande (PB), celebraram nesta terça-feira (11) a conclusão da primeira fase da Unidade Demonstrativa de Pesquisa do Projeto Águas.
A iniciativa estuda tecnologias de captação de água de chuvas e reúso em comunidades rurais do Semiárido. O objetivo central é unir pesquisa científica, inclusão social e participação popular. Na unidade demonstrativa instalada no Assentamento Vitória toda a infraestrutura foi construída com mão de obra da comunidade, que participou do projeto de pesquisa desde sua concepção até a execução das obras.
Trata-se de uma ação do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI), com o apoio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-PB), por intermédio da Assessoria Técnica, Social e Ambiental (Ates), promovida pela Cooperativa de Trabalho Múltiplo e Apoio às Organizações de Autopromoção (Coonap) e pelo Instituto Federal da Bahia (IFBaiano).
No Assentamento Vitória residem 38 famílias, distribuídas em quatro agrovilas, que somam cerca de 110 habitantes. A comunidade sofre com a falta de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A inauguração do sistema de captação e armazenamento encerrou a primeira fase do projeto. A cisterna calçadão inaugurada tem capacidade para armazenar 300 mil litros de água e conta com sistemas de tratamento e bombeamento movidos a energia solar.
O próximo passo é a implantação de um sistema de esgotamento sanitário e de reúso de água que vai disponibilizar esgoto tratado para a produção de forragem animal. Leia mais.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Pós em Desenvolvimento e Meio Ambiente realiza aula inaugural

O Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFRN), realiza, nesta segunda-feira, 10, às 16h, no Auditório da Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM), a aula inaugural do Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Na ocasião, será comemorado os 10 anos do mestrado do PRODEMA.
O doutorado é realizado em Rede composta por sete universidades: as federais do Piauí (UFPI); do Ceará (UFC); da Paraíba (UFPB); de Pernambuco (UFPE); de Sergipe (UFSE); Estadual de Santa Cruz/ Bahia (UESC) e UFRN, que é coordenadora-geral da Associação.
A aula inaugural será proferida pelo professor Ignácio Hernán Salcedo, diretor do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), que terá como tema “Sustentabilidade ambiental do semiárido: o solo como elemento central”. Participam do evento 80 doutorandos ingressantes em 2014 nas sete instituições de ensino, além dos coordenadores de cada instituição, inclusive a coordenadora geral do doutorado, Eliza Maria Xavier Freire, do Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia da UFRN.
O evento tem a presença da reitora da UFRN, Angela Maria Paiva Cruz, da pro-reitora de Pós-Graduação da UFRN, Edna Maria da Silva, e da coordenadora da área de Ciências Ambientais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), professora Maria do Carmo Sobral.
Fonte: Portal AGECOM  da UFRN

Getting a measure of Brazilian research

By Matin Durrani
If you’ve been keeping an eye on this blog, you’ll remember that I spent a week in Brazil last November gathering material for an upcoming Physics World Special Report, which will examine the challenges and opportunities facing physicists in the world’s fifth largest country. I travelled to São Paulo, São José dos Campos and Rio de Janeiro, visiting everywhere from the first overseas offshoot of the International Centre for Theoretical Physics to the Brazilian National Observatory, where Brazilian research pretty much began.
I’ve just been putting the finishing touches to that report, which includes news, features and an exclusive interview with the Brazilian science minister Marco Antonio Raupp, who is a physicist by training. Brazil’s investment in science has more than quadrupled over the last decade and in the interview Raupp outlines his priorities for the Brazilian research community. Stay tuned for the Physics World Special Report, which we’ll make available via this website from next month. (One rather flippant question we asked Raupp is who he thinks will win this year’s FIFA World Cup taking place across Brazil this summer – we didn’t have room to fit his answer into the report, but I can exclusively reveal on this blog that the Brazilian science minister has got his money on the home nation. Well, he would say that, wouldn’t he?)
Meanwhile, I received an e-mail over the weekend from my IOP Publishing colleague Susan Curtis, who’s in Brazil right now to kick off another project that will highlight some of the most exciting scientific research to emerge from the country. This time round, IOP Publishing is working in partnership with the Brazilian Materials Research Society to produce a Science Impact report focusing on materials research in areas as diverse as electronics, energy, and biology and medicine. It follows IOP Publishing’s first Science Impact report on physics in Brazil, which was published last year in partnership with the Brazilian Physical Society.
During the week, Susan will be meeting some of Brazil’s leading materials scientists to get their take on the most interesting work currently coming out of the country. Before the serious work started, though, she took the opportunity of a free Sunday afternoon in São Carlos – some 200 km northeast of São Paulo – to visit the city’s ecological park. The park boasts some exotic creatures, including brightly coloured macaws, jaguars and pumas, spectacled bears, and the rather magnificent llama picture above.
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domingo, 9 de março de 2014

Seca prolongada afeta alimentos e pressiona inflação

São Paulo (AE) - A prolongada estiagem e as altas temperaturas que provocaram alta expressiva nos preços dos produtos in natura vão causar impacto na inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que será divulgada na próxima semana. Analistas projetam índice de 0,62% a 0,65%, ante no máximo 0,60% previsto anteriormente.

Já há também consultorias revendo para cima o IPCA anual, de 6% para 6,2%, podendo inclusive superar a meta estabelecida pelo governo, de 6,5%.
 
Segundo a Ceagesp, o setor de legumes registrou alta de 33,89%. A maior elevação foi do tomate

Dois dados divulgados na sexta-feira, 7, reforçam essas previsões. O Índice de preços Ceagesp, da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo - que mede a variação de preços de alimentos frescos no atacado - indica alta de 9,07% em fevereiro.

Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostra que produtos in natura encerraram o mês passado com alta de 7,21%, a maior desde janeiro de 2013.

Nos itens pesquisados pela Ceagesp, o setor de legumes registrou elevação de 33,89%. A principal alta foi a do tomate, de 67,4%. O preço médio por quilo no atacado passou de R$ 1,93 em janeiro para R$ 3,23 em fevereiro, com picos de R$ 5,44, informa Flávio Godas, responsável pela Seção de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp.

Também puxaram a alta de preços nesse grupo a vagem, que subiu 67,1%, o pimentão verde (60,2%), a abobrinha italiana (49,2%) e o chuchu (46,3%).

Já o setor de verduras apresentou alta de 58,2%, puxado por coentro (125,6%), alface crespa (118,5%), alface lisa (107,4%), entre outros. No caso da alface lisa, o preço médio de um engradado com 24 pés subiu de R$ 14,79 para R$ 30,66.

“A estiagem e as altas temperaturas prejudicaram a produção de hortaliças, principalmente as mais sensíveis ao clima”, diz Godas. Ele acredita, contudo, que neste mês a alta pode dar uma trégua. “Os consumidores tendem a diminuir o volume de compras ou, simplesmente, deixam de consumir, fazendo com que os preços não se sustentem em níveis tão elevados.”

O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fipe, Rafael Costa Lima, tem avaliação diferente. Em sua opinião, os alimentos in natura devem ficar ainda mais caros ao longo de março, em razão do clima seco.

Segundo ele, ao subirem 7,21% em fevereiro, os itens in natura contribuíram com 0,24 ponto porcentual na inflação do mês passado, ou seja, quase metade do IPC. Com isso, o grupo Alimentação avançou 0,51%, ante 0,27% na terceira quadrissemana do mês. Em sua opinião, outros alimentos que ajudaram a limitar a inflação do grupo em fevereiro voltarão a pressionar em março.

Via TN online

sexta-feira, 7 de março de 2014

Clima mais quente empurra malária para regiões altas

Um dos principais temores de impacto do aquecimento global à saúde humana – de que doenças tropicais poderiam se espalhar para regiões mais frias – começa a ganhar força dentro da comunidade científica.
Uma pesquisa divulgada na edição desta sexta-feira da revista Science com base nas alterações climáticas atuais mostra que o aumento da temperatura em altitudes mais elevadas nas regiões tropicais, especialmente em terras altas da África e da América do Sul, já está sendo seguido por um aumento do número de casos de malária.
As temperaturas tradicionalmente mais baixas nessas regiões sempre funcionaram como uma barreira para a doença, uma vez que dificulta que o mosquito que funciona como seu vetor complete seu ciclo de vida assim como desacelera a replicação do parasita causador da malária.
Pesquisadores de universidades americanas, inglesas e etíopes avaliaram a incidência da doença em 124 cidades do oeste da Colômbia, de 1990 a 2005, e em 159 unidades administrativas da Etiópia central, de 1993 a 2005, além da distribuição dos casos conforme a altitude. Descobriram que nos anos mais quentes, mais casos de malária foram reportados nas altitudes mais elevadas, ao passo que nos anos mais frescos a ocorrência voltou a ser maior nas terras mais baixas.
O estudo lança um alerta sobre o que pode acontecer com a doença diante do aquecimento global. Os possíveis impactos das mudanças climáticas sobre doenças tropicais, não só a malária, mas também dengue e febre amarela, têm mobilizado a comunidade científica há mais de 20 anos.
Mas modelagens climáticas têm falhado em fazer uma projeção sobre o comportamento geral das doenças porque ao mesmo tempo que ela pode ficar mais comum em áreas frias que vierem a se aquecerem, poderiam ser reduzidas nos locais onde hoje elas ocorrem porque ficariam quentes demais para os vetores e parasitas.
O novo estudo é o primeiro a constatar a migração da doença. “O que vimos é um claro sinal de resposta da malária em direção a terras mais altas diante de uma mudança no clima”, disse a ecóloga Mercedes Pascual, da Universidade de Michigan, e principal autora do trabalho, em comunicado à imprensa.
“É um prova irrefutável do efeito climático. A principal implicação é que, com temperaturas mais quentes, podemos esperar um maior número de pessoas expostas ao risco de contrair malária em áreas altas tropicais como essas.”
A situação fica mais complicada porque as pessoas que vivem nas áreas mais altas não estão acostumadas à doença. “Sem o contato, essas populações não tem uma imunidade protetores, o que as torna particularmente vulneráveis a severas morbidade e mortalidade”, complementou Menno Bouma, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e co-autor da pesquisa.
Para os cientistas, se não houver um trabalho de mitigação das mudanças climáticas, centenas de milhares de novos casos de malária por ano poderiam ser esperados nos dois continentes com apenas um grau de aumento da temperatura.
Em tempo. No final do mês será divulgado em Yokohama, no Japão, a segunda parte do 5º Relatório de Avaliação do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), que vai tratar dos impactos, da adaptação e da vulnerabilidade. Um dos capítulos fala justamente sobre saúde e deve trazer um parecer preocupante nesse sentido.
Fonte: portal O Estado de SP